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Siga estes 10 passos para controlar a pressão alta

A hipertensão arterial ou, simplesmente, pressão alta é gatilho certo para uma série de males — e não só aqueles que envolvem o sistema circulatório. “Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. São pessoas mais sujeitas a sofrer com falhas no coração, nos rins e até no cérebro” explica o cardiologista Enéas Rocco.

hipertensão arterial
A doença é crônica (não tem cura, mas pode ser controlada) e, por isso, é importante fazer exames regulares para detectar como andam seus batimentos cardíacos. Mas atenção: ter pressão alta não é sinônimo de ser hipertenso.

“Para ser considerado hipertenso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal” , diz o médico. Isso porque, momentaneamente, qualquer pessoa está sujeita a uma variação na freqüência cardíaca. Um esforço físico mais intenso ou momentos de estresse, por exemplo, alteram esses números.

Algumas atitudes, no entanto, ajudam não só a prevenir o problema como controlam níveis já elevados de pressão. Confira a seguir uma lista delas e imprima uma marca saudável ao seu dia a dia.

1. Manutenção do peso ideal– o sobrepeso aumenta dificulta o esforço do coração para conseguir bombear o sangue. Na prática, o músculo é exigido demais. “Como o bíceps de quem levanta peso, o coração de uma pessoa obesa acaba hipertrofiado” , explica o cardiologista. Com um risco: as lesões causadas pelo esforço excessivo podem se tornar irrecuperáveis.

2. Prática de atividade física atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral. 

3. Redução de sal – o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva.

4. Evitar bebidas alcoólicas: O álcool em grande quantidade é inimigo feroz da pressão sob controle. Corte as bebidas da sua dieta ou consuma com muita moderação.

5. Dieta saudável: Gorduras saudáveis e pouco sal são medidas indispensáveis na dieta de quem quer manter o coração saudável. Inclua ainda muitas frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros, ou seja, com menos gordura.

6. Medicamentos: se o médico recomendou, não deixe de tomar. Mas nada de sair por aí imitando a receita alheia. Vale lembrar que alguns medicamentos podem elevar a pressão, como os antiiflamatórios e anticoncepcionais, ressalta o cardiologista.

7. Cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente além de comprometer toda sua saúde. Parar de fumar imediatamente é fundamental , alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa.

8. Estresse: ele aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, acarretando a hipertensão e doenças do coração. Controle suas emoções e procure incluir atividades relaxantes na sua rotina.

9. Exames médicos: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz.

10. Medir a pressão: no mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem fazer isso. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios.

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Estudo avalia prevalência de hipertensão resistente no país

Determinar a prevalência da hipertensão resistente na população brasileira e padronizar o tratamento desses pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS) são os objetivos de um estudo que vem sendo realizado em 25 hospitais universitários de todo o Brasil sob a coordenação de pesquisadores do Instituto do Coração (InCor) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

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Uma análise preliminar detectou o problema em 16% dos 1.692 hipertensos avaliados. Os dados foram apresentados por Eduardo Moacyr Krieger, pesquisador responsável e vice-presidente da FAPESP, durante o evento internacional World Health Summit – Regional Meeting Latin America, organizado pela FMUSP entre os dias 6 e 8 de abril.

“Costumam ser considerados hipertensos resistentes aqueles pacientes cuja pressão permanece elevada mesmo após tratamento com doses adequadas de três medicamentos anti-hipertensivos de diferentes classes, sendo um deles necessariamente um diurético”, explicou Krieger.

Nesses casos, especialistas estimam que o risco de desenvolver doenças graves, como acidente vascular cerebral, infarto, insuficiência cardíaca e doença renal seja três vezes maior do que em pacientes com hipertensão controlada – que, por sua vez, já apresentam risco mais elevado em relação à população normotensa.

A hipertensão resistente é considerada um problema emergente de saúde pública global, principalmente em função do aumento da expectativa de vida e dos casos de apneia do sono, diabetes e obesidade. Existe ainda a hipótese de que o consumo excessivo de sal possa estar contribuindo para o crescimento no número de casos.

“Há um consenso sobre a necessidade de tratar o hipertenso com três classes de medicamentos diferentes antes de considerá-lo resistente. Mas, quando o tratamento falha, sempre fica a dúvida: qual deve ser a quarta ou quinta droga a ser escolhida? Quase não há dados na literatura científica e, por esse motivo, decidimos propor esse projeto especialmente orientado para a população brasileira”, contou Krieger.

Batizado de Resistant Hypertension Optimal Treatment (ReHOT), o estudo multicêntrico conta com apoio do Ministério da Saúde, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da FAPESP, por meio do Programa de Pesquisa para o SUS: Gestão Compartilhada em Saúde (PPSUS).

Foram incluídos ao todo 1.927 pacientes com hipertensão severa – acima de 160 milímetros de mercúrio (mmHg) de pressão sistólica (máxima) e 110 mmHg de pressão diastólica (mínima) – em uma amostra considerada representativa da população brasileira. Atualmente, são considerados valores pressóricos ideais aqueles em torno de 120/80 mmHg e hipertensão acima de 140/90 mmHg.

A pressão foi medida tanto em consultório quanto por um método conhecido como MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial), no qual medidas são feitas a cada 20 minutos, durante 24 horas, por um monitor acoplado à cintura, com o objetivo de registrar as variações durante o ciclo de sono e vigília.

Os pacientes considerados elegíveis foram tratados ao longo de três meses com doses adequadas de medicamentos disponíveis na rede pública de saúde. Após esse período, uma segunda avaliação revelou que 84% estavam com a pressão normalizada.

Foram considerados resistentes aqueles que após os três meses de tratamento apresentavam pressão clínica acima de 140/90 mmHg e pressão ambulatorial de 24 horas de 130/80 mmHg. Em uma segunda etapa da pesquisa, esses pacientes estão sendo divididos aleatoriamente em dois grupos. Metade será tratada com o medicamento clonidina e, os demais, com a droga espirolactona.

“Aquele que mostrar melhor efeito poderá ser incluído no tratamento padronizado do SUS e administrado em conjunto com as outras três classes de anti-hipertensivos já usadas”, explicou Krieger.

Para Krieger, o projeto ReHOT exemplifica a importância da união entre as universidades e o poder público para a realização de pesquisas voltadas a melhorar a prevenção e o tratamento na rede pública de saúde. “A obrigação da universidade não termina com a formação do médico. A universidade detém o conhecimento e os núcleos de pesquisa, que são os mais indicados para fazer análises de custo-benefício. E o patrocínio possível para isso vem de preferência do poder público”, afirmou.

O escopo do projeto ReHOT foi divulgado em um artigo publicado em 2013 na revista Clinical Cardiology. Os dados preliminares foram apresentados por Krieger durante o simpósio “Deciphering the Public Health Situation in Brazil”, que integrou a programação do World Health Summit – Regional Meeting Latin America.

Decifrando a saúde pública

Na mesma sessão, o pesquisador da FMUSP Paulo Andrade Lotufo apresentou dados preliminares do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA Brasil), cujo objetivo é investigar a incidência e os fatores de risco para doenças crônicas, em particular, as cardiovasculares e o diabetes. A amostra é composta por 15.105 funcionários de seis universidades públicas entre 35 e 74 anos.

Moyses Szklo, professor da Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, apresentou dados do Projeto Erica – Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes, que conta com uma amostra de 75 mil adolescentes de 12 a 17 anos e pesquisadores de 35 instituições do Brasil.

Outro estudo em andamento apresentado por Flávio Danni Fuchs, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foi o Prevenção de Eventos Cardiovasculares em Paciente com Pré-Hipertensão e Hipertensão Arterial (Prever). Neste caso, o objetivo é investigar se o tratamento medicamentoso de indivíduos com pré-hipertensão reduz a incidência de hipertensão arterial e determinar a melhor combinação de drogas a ser usada.

Joyce Schramm, pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP-Fiocruz), apresentou dados de seus estudos sobre carga de doença no país, que mostram redução nos casos de morte e incapacidade causados por doenças infecciosas e aumento nos casos resultantes de doenças não infecciosas, como as cardiovasculares e os transtornos mentais.

World Health Summit

Focado nos principais desafios da América Latina na área da saúde, o World Health Summit – Regional Meeting Latin America contou com simpósios das Escolas de Medicina da M8 Alliance – rede formada por 16 instituições de 14 países, entre elas a FMUSP.

O encontro visa a articular a comunidade científica, políticos e representantes da sociedade civil e do setor privado na discussão de soluções com base no conhecimento científico para enfrentar os desafios da saúde global, como a prevenção e o controle de doenças, o desenvolvimento de abordagens inovadoras e práticas mais eficazes.

A programação foi organizada em torno de cinco linhas temáticas: “Expectativa de vida saudável”, “Saúde urbana/Saúde em megacidades”, “Aumento na capacidade de pesquisa para incorporar tecnologias”, “Gerenciamento de sistemas de saúde para garantir cobertura universal” e “Educação em saúde”.

No dia 7 de abril, o encontro contou com a participação do presidente da FAPESP, Celso Lafer, que presidiu a mesa da palestra proferida por Gary Gibbons, diretor do National Heart, Lung and Blood Institute (NHLBI), órgão ligado ao National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos.

O diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz, foi moderador, ao lado de José Eduardo Krieger (InCor-USP), pró-reitor de pesquisa da USP, do simpósio “Challenge to Improve Prevention and Outcomes in Cardiovascular Diseases”. Além de Gibbons, a sessão reuniu Joaquim Bernoya (diretor de Pesquisa da Unidade Cardiovascular da Guatemala), Jose Patricio Lopez-Jaramillo (Universidad de Santander, na Colômbia) e Alexandre da Costa Pereira (InCor-USP).

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Água, maçã, mel, bebidas quentes, limão, gargarejo e soro ajudam a voz

Além de ser um canal para a fala, a voz revela nossas emoções e sentimentos. Quando ficamos nervosos, por exemplo, ela costuma ficar mais aguda. Por isso, é importante cuidar bem da garganta e do nariz, para evitar rouquidão e afonias.

É importante fazer aquecimento vocal antes de um uso intenso e contínuo – como é o caso de cantores, atores, locutores e professores –, segundo a fonoaudióloga Leny Kyrillos e a otorrinolaringologista Adriana Hachiya.

Não comer chocolate duas horas antes de uma palestra ou um discurso, por exemplo, pode ajudar. Também se devem evitar choques térmicos ou ficar “coçando” a garganta com pigarros. Na contramão, soro fisiológico e inalação são ótimos para a voz.

Se a sua rouquidão permanecer por mais de 15 dias, procure um médico. Qualquer disfonia além desse prazo não é normal.

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Um exame disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) mostra o funcionamento das cordas vocais. São imagens incríveis que revelam com detalhes como produzimos os sons.

Calo ou nódulo na garganta são lesões benignas provocadas pelo uso intenso da voz, mais comuns em pessoas que falam muito, especialmente em mulheres, por terem uma laringe mais arredondada e curta que a masculina.

Normalmente, esses calos são cuidados com exercícios e mudança de comportamento vocal. Quando o problema não responde ao tratamento, é preciso fazer uma microcirurgia da laringe.

Vibração das cordas vocais
– As de um homem vibram de 80 a 150 vezes por segundo
– Na mulher, são de 150 a 250 vezes
– Em uma criança, as cordas batem entre 250 e 300 vezes

Causas da rouquidão
– Gripe
– Uso excessivo ou inadequado da voz
– Fatores emocionais
– Lesão ou calo nas cordas vocais
– Cigarro e álcool

Aquecimento
– Movimente a boca, como se estivesse mastigando, com e sem som, de boca aberta e fechada
– Vibre a língua e os lábios
– Emita consoantes sonoras prolongadas, como “v”, “z” e “g”, no mesmo tom e depois com modulações
– Comece o exercício com intensidade fraca e vá aumentando gradativamente
– Ao fim da atividade, diminua a intensidade

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Cuidados para manter a saúde da voz

A voz é um instrumento essencial para a comunicação. Somos identificados e podemos expressar sentimentos e desejos por meio dela. Mas, no dia a dia, muitos se esquecem de tomar os devidos cuidados para manter uma boa saúde vocal. Com o objetivo de alertar a população sobre sua importância, no dia 16 de abril, é celebrado o Dia Mundial da Voz.

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De acordo com a fonoaudióloga do Serviço de Fonoaudiologia do A.C.Camargo Irene de Pedro Netto, primeiramente é interessante esclarecer a diferença entre voz e fala. “A vibração das cordas vocais geram a voz e a fala é a articulação das palavras. Pessoas que têm uma difícil articulação podem tencionar mais a laringe onde estão localizadas as cordas vocais”, esclarece.

Para manter a saúde da voz, deve-se ingerir água em temperatura ambiente, evitar falar em ambientes ruidosos, evitar alimentos condimentados, lactose, chocolate e café, principalmente em dias em que ela será muito utilizada.

Estes alimentos condimentados podem causar o refluxo, um fator irritativo para a laringe, podendo gerar uma alteração vocal. Já a quantidade excessiva de chocolates, achocolatados e leite deixam a saliva da boca mais grossa, dificultando a fonoarticulação. Para deixar a saliva mais fluida e a fala mais clara, explica a fonoaudióloga, recomenda-se comer maçã, pois a fruta tem adstringentes que favorecem uma voz mais saudável.

Existem, alguns exercícios benéficos para mantê-la saudável, mas Irene salienta a importância de realizá-los sempre após recomendação fonoaudiológica, pois o tipo, a quantidade, e intensidade desses exercícios são determinados dependendo de cada caso. “Em geral, são exercícios de vibração da mucosa que envolve as cordas vocais e relaxamento da musculatura laríngea, para deixar a vibração das pregas vocais harmoniosas e dar resistência muscular a fim de proporcionar a cada pessoa uma boa demanda de fala, sem apresentar alteração”, afirma.

Atividades de aquecimento e desaquecimento também são importantes para pessoas que utilizam muito a voz, como palestrantes. “Antes de dar uma palestra, deve-se aquecer a voz e, após terminar, desaquecê-la para relaxar. Quando uma pessoa fala durante bastante tempo, a tendência é alterar o tom e a altura da voz, mantendo essa alteração ao longo dia, exigindo da musculatura da laringe a mesma força. Por esse motivo é importante o desaquecimento da voz”, complementa a fonoaudióloga. Para pessoas que usam a voz normalmente durante o dia e não se queixam de fadiga e cansaço ao falar, os exercícios podem ser preventivos.

A água deve ser uma aliada. Os dois litros que se deve ingerir por dia, distribuídos em pequenos goles, ajudam a manter todo o corpo hidratado. “A água tem que estar em temperatura ambiente, pois o líquido muito gelado pode agredir a mucosa da faringe e da laringe”, alerta.

Algumas pessoas acreditam que mel e própolis, gargarejos com vinagre, gengibre ou pastilhas melhoram esses sinais. “Isso é um mito. Na realidade, essas atitudes mascaram as sensações negativas, como se anestesiassem o local, dando apenas uma sensação de conforto e não tratando o problema”, explica. Uma faringite mal cuidada e que causa dor durante a deglutição pode alterar, consequentemente, a voz. Portanto, evite falar nestas situações e sempre procure um especialista em casos de sintomas constantes.

Outros cuidados diários envolvem: não gritar de forma frequente e evitar falar alto ou pigarrear demais; falar baixo (cochichar) também deve ser evitado, pois pode gerar uma lesão laríngea, que é tão maléfica quanto a provocada pelo ato de falar alto; falar menos quando se está resfriado, pois o esforço na laringe é maior; e dormir bem é fundamental, pois a voz descansa durante o sono.

Não existem exercícios de voz que previnam o câncer. O trabalho da fonoaudiologia no Hospital A.C.Camargo começa após a resseção do tumor, aplicando a terapia adequada em cada caso. Portanto, é importante evitar os fatores de risco para os tumores de cabeça e pescoço, como tabaco, bebidas alcoólicas, poluição do ar, infecção por HPV, refluxo gastresofágico e inalação frequente de produtos químicos, que podem afetar a qualidade da sua voz.

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Dia Mundial da Voz

Anualmente, em 16 de abril, comemoramos o “Dia Mundial da Voz”. Celebração que temos o orgulho de ter sido iniciada no Brasil, em 1999, e que a partir de 2003 passou a ter expressão internacional, com diversos eventos organizados também nos Estados Unidos, Europa e Ásia.

VOZES

O objetivo da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia neste dia e na semana que o circunda é promover a conscientização da população sobre a importância da voz humana para a promoção da saúde, bem como realizar conscientização de sinais e sintomas que favoreçam o diagnóstico precoce de doenças, como o câncer de laringe, que podem comprometer a qualidade de vida e a própria sobrevida dos indivíduos.

A celebração do “Dia Mundial da Voz” é de extrema importância e representa uma oportunidade única de disseminar conhecimento, orientar a população, promover ações de saúde e auxiliar no encaminhamento adequado de problemas potenciais ou reais.

Nosso slogan: Seja Amigo da sua Voz!”.

HISTÓRICO DA CAMPANHA 

Unam-se para fortalecer a corrente em favor de vozes saudáveis!A primeira grande Campanha da Voz no Brasil se deu em virtude das comemorações da Semana Nacional da Voz, comemorada entre 12 e 16 de Abril de 1999. O evento foi resultado de uma parceria entre a Sociedade Brasileira de Laringologia e Voz e a Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia, além do apoio institucional de diversas sociedades, associações, conselhos e entidades como, Sociedade Brasileira de Endoscopia, Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Associação Brasileira de Canto e o Conselho Regional de Fonoaudiologia – 4ª região. Nos anos subsequentes comemorou-se em um ano a Semana da Voz e no seguinte o Dia da Voz, sendo que a cada ano as comemorações giraram em torno de um tema central.

O tema da Campanha da Voz de 1999, “Não arrisque sua voz – cuide da sua saúde”, centrou-se na prevenção de doenças relacionadas à voz, principalmente o câncer de laringe. Em 2000 o tema “Afine a sua saúde – cuide da sua voz” abordou a voz numa perspectiva voltada à saúde. “Voz é vida, cuide da sua voz” foi o tema de 2001 e indicava uma perspectiva mais ampla que relaciona voz à vida como um todo.

Em 2002, 2003 e 2004 foi a vez do enfoque nos profissionais da voz, com os temas “A voz como instrumento de trabalho” e “Voz educada, saúde cuidada”.

No ano de 2005 foi criado o slogan “SEJA AMIGO DA SUA VOZ!” e a partir de então o objetivo da campanha é conclamar a população, profissionais da voz ou não, para ações que visem à conscientização da sociedade quanto à importância da saúde da voz em suas várias dimensões.

Fale sem esforço e articule bem as palavras

DICAS PARA VOCÊ SER AMIGO DA SUA VOZ! 

Mantenha uma boa postura corporal ao falar ou cantar
  • Beba 2 litros de água diariamente
  • Durma bem
  • Tenha uma alimentação saudável rica em frutas e proteínas
  • Use vestuário confortável
  • Procure reduzir a quantidade de fala durante quadros gripais, crises alérgicas e período pré-menstrual
  • Evite falar por longos períodos, principalmente em ambientes ruidosos
  • Evite pigarrear, gritar e dar gargalhadas exageradas
  • Evite ingerir leite e derivados, bebidas gasosas, chocolate antes de utilizar a voz continuamente
  • Evite ingerir álcool em excesso, bem como outras drogas
  • Cuidado ao cantar inadequadamente ou abusivamente
  • Esteja atento aos primeiros sintomas de alteração vocal como cansaço, ardor ou dor ao falar, falhas na voz, mudança de tom, pigarro e rouquidão
  • No caso de problemas vocais, procure um fonoaudiólogo e um médico otorrinolaringologista

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Dicas Práticas Para Uma Voz Bonita

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Como manter uma voz saudável

16 de Abril é o dia Mundial da Voz. Proposto em 2002 e comemorado pela primeira vez em 2003. Pode-se afirmar que o seu objetivo foi alcançado – dar visibilidade à voz.

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É unanimemente reconhecido que a população em geral está muito mais alerta às alterações da voz, e que tem permitido o diagnóstico precoce de novas doenças.

Mas importa salientar que a par do diagnóstico precoce, promovem-se também a Prevenção enquanto multiplicam agressões que podem comprometer a voz, o nosso principal meio de comunicação.

Ao longo destes doze anos, têm sido inúmeras as acções destinadas a promover a saúde vocal – rastreios, folhetos, entrevistas, reportagens nos media, conferências, jornadas, workshops, espetáculos, dinamização de festa de Voz nas escolas
e a criação do prémio Voz/Montepio entre outros. Este site que procura contribuir para a divulgação dos principais cuidados que
a voz exige, inclui textos e imagens sobre anatomia e fisiologia, sistematizando os cuidados que se deve ter com a voz, descrevendo as principais doenças que a podem afectar.

São ainda referidas iniciativas que têm sido organizadas e que podem servir de estímulo para novas ideias e propostas.

As alterações da voz manifestam-se habitualmente por rouquidão, alterações no timbre, instabilidade nas características vocais e por fadiga vocal.

Estas alterações têm causas diversas podendo ser o resultado de esforços ou de abuso vocal, assim como de infecções, traumatismos ou tumores.

Beba água

Para ter uma “voz saudável” beba água (seis a oito copos diários), única forma de manter hidratadas as cordas vocais.

Mesmo quando emitimos apenas um som as cordas vocais vibram intensamente; a hidratação melhora a produção de muco contribuindo para a sua “lubrificação”.

Deve-se reduzir e em alguns casos evitar a ingestão de bebidas que podem provocar desidratação das cordas vocais (ex.: álcool, café e bebidas com cafeína, chá preto e bebidas gaseificadas).
Ao praticar desporto ou exercício físico deve-se beber uma maior quantidade de água.

Não fume

Não fume. É do conhecimento geral que o tabaco pode provocar cancro do pulmão e cancro da laringe. Tanto nos fumadores como nos “fumadores passivos” as cordas vocais sofrem uma “agressão” que se traduz por alterações persistentes na qualidade da voz.

Não esforce nem abuse da voz

Não se deve falar muito alto em locais ruidosos pois o ruído obriga a aumentar a intensidade da voz comprometendo a sua qualidade.

A sensação de “garganta seca”, cansaço vocal ou o aparecimento de rouquidão obriga a poupar a voz e a não falar.

Ao lidar com crianças, não se deve esforçar demasiado a voz.

Quando se tem que usar a voz com grande intensidade, como sucede ao falar no exterior, é preferível utilizar um sistema de amplificação.

Devemos procurar falar no nosso tom. Se esforçarmos a voz falando em tons mais graves ou mais agudos do que o normal, podemos provocar “traumatismos” nas cordas vocais, que vão provocar rouquidão (disfonia).

Deve-se evitar pigarrear

Ao pigarrear as cordas vocais batem uma na outra, agredindo-se mutuamente.

A rouquidão pode ser uma das consequências do pigarrear repetido.

Em vez de pigarrear, beba uma golo de água ou engula “em seco”. As causas mais frequentes que levam à necessidade de pigarrear são o refluxo gastro-esofágico, o refluxo faringolaríngeo, as rinites, as sinusites e as doenças alérgicas.

Se estiver doente poupe a sua voz

Se estiver “constipado” ou com uma infecção respiratória, poupe a sua voz.

Este cuidado é ainda mais importante nos profissionais da voz sobretudo se notarem o aparecimento de rouquidão.

A voz é a mais importante forma de comunicação com grande impacto nas relações sociais e na vida profissional. Só o seu uso correto vai permitir ter uma “voz saudável” durante toda a vida. Assim “oiça a sua voz” ou melhor, “oiça o que a sua voz lhe quer dizer”.

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Dia Mundial de Combate à Doença de Chagas

O Dia Mundial de Combate à Doença de Chagas será comemorado nesta segunda-feira (14), data em que o pesquisador brasileiro Dr. Carlos Chagas comunicou sua descoberta à comunidade científica da época, há 105 anos.

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A doença de Chagas constitui um grave problema de saúde pública para a América Latina. Ela é causada pelo Trypanosoma cruzi e as formas de transmissão de maior importância epidemiológica são a vetorial, através de insetos hematófagos. os triatomíneos (barbeiros); a transfusional, a congênita e a oral. A globalização com os movimentos populacionais aumenta o potencial de disseminação da enfermidade para países não endêmicos, onde não é feita a triagem em bancos de sangue.

Uma equipe de pesquisadores no Canadá desenvolveu uma classe de compostos que podem ajudar na erradicação do Mal de Chagas, uma doença tropical que afeta cerca de 18 milhões de pessoas na América Latina, segundo um estudo divulgado nesta quinta-feira.

Com uma fase aguda e outra crônica e, sem tratamento, a doença de Chagas provoca transtornos cardíacos e digestivos à medida que o parasita se aloja no coração, no esôfago e no cólon destruindo os tecidos.

O tratamento padrão atual para o mal de Chagas é a administração do composto benzonidazol que mostra uma atividade significativa contra o parasita durante a fase aguda, mas não é tão eficaz quando a doença se torna crônica.

Os trabalhos na busca de novos fármacos se concentraram na interferência com uma enzima, cruzipaína , necessária para a digestão do parasita, para a produção de outros mecanismos celulares, para a invasão do sistema imunológico do anfitrião e para invadir os tecidos dos órgãos internos.

A doença causada pelo parasita Trypanosoma Cruzi, transmitido aos humanos por insetos que se alimentam de sangue e picam preferencialmente o rosto de suas vítimas. “Apesar de, historicamente, a infecção se restringir majoritariamente aos povos pobres e rurais nas América Central e do Sul, também apareceu nos Estados Unidos, Europa, Japão, Canadá e Austrália devido às migrações, e a transmissão sem o vetor tradicional está se transformando em uma ameaça à saúde pública”, escreveu a pesquisadora Deborah Nicoll Griffith.

Alguns cálculos afirmam que são 300 mil casos nos Estados Unidos em 2005, acrescentou Nicoll, do Centro Merck Frosst de Pesquisa Terapêutica em Kirkland, no Québec.

Nicoll e seus colegas identificaram dois compostos, conhecidos como inibidores reversíveis de protease cisteína, que se liga à cruzipaína como peças de um quebra-cabeça e desabilitam a proteína.

No estudo os cientistas provaram a eficácia dos compostos em ratos e a compararam com a do benzonidazol .

O artigo concluiu que, apesar de todos os grupos de ratos submetidos à tratamento terem mostrado uma redução notável na carga de parasitas em todos os tecidos, os dois compostos experimentais tiveram taxas mais altas de cura das infecções agudas (90% e 78%, respectivamente), comparadas com a benzonidazol (71%).

“A eficácia demonstrada nestes estudos com o T. cruzi com ratos indica que os inibidores de cruzipaína que contêm nitrilo são um método promissor para um tratamento seguro e eficaz do mal do Chagas”, escreveram os pesquisadores.

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Feliz Páscoa Golden Stern 2014

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Pesquisadores apostam na imunoterapia como uma arma efetiva contra a câncer

O Dia Mundial de Combate ao Câncer foi lembrado na terça (08), com o objetivo de chamar a atenção de governos e disseminar informações sobre as formas de tratamento da doença à população.

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A aposta dos pesquisadores atualmente é investir na imunoterapia, reconhecendo no próprio corpo uma arma de combate à doença.

— Isso propiciou estratégias de tratamento que interferem na resposta do organismo frente ao tumor e oferecem resultados surpreendentes em tumores muito resistentes — avalia Gilberto Schwartsmann, chefe do Serviço de Oncologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA).

Um dos tratamentos experimentais de maior sucesso na atualidade é o que utiliza os receptores quiméricos de antígeno (CARs), células imunes do próprio paciente que são transformadas e reinfundidas no organismo para desenvolver imunidade aos tumores. O estudo é desenvolvido pelos pesquisadores Michel Sadelain, imunologista do Memorial Hospital, em Nova York, e Carl June, professor na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.

Os dois especialistas estarão no Brasil neste mês para participar do congresso internacional Challenges and Solutions in Cancer Research and Treatment (Desafios e Soluções em Pesquisa e Tratamento do Câncer), no Rio de Janeiro. No evento, pesquisadores do Brasil e do Exterior estarão reunidos para discutir os estudos mais avançados na área e estabelecer parcerias e acordos de cooperação entre centros de pesquisa e autoridades governamentais.

A expectativa da conferência, segundo Cristina Bonorino, coordenadora do Laboratório de Imunologia Celular e Molecular do Instituto de Pesquisas Biomédicas da PUCRS e uma das organizadoras do congresso, é agilizar o estabelecimento de protocolos para se testar alternativas terapêuticas no país — prática comum nos Estados Unidos e na Europa mas sem tradição no Brasil, devido a entraves burocráticos e falta de investimento.

— A ideia é se articular para encurtar o tempo que existe entre o que a gente pode fazer de maneira experimental e facilitar alternativas para o paciente nos casos em que a terapia convencional não funciona. A agilidade nesses casos é peremptória: essas pessoas não têm tempo a perder, pois têm meses de vida.

Estado tem 10% dos casos do país

— Entre 2009 e 2013 foram registradas, no Sistema Único de Saúde, 3.155.265 internações para tratamento do câncer, com 247.394 óbitos no país, resultando em uma taxa de mortalidade de 7,84.

— Somente no Rio Grande do Sul, foram registrados 267.064 internações e 24.225 óbitos (9,07 de taxa de mortalidade) nos últimos cinco anos.

— No ano passado, 51.682 brasileiros foram vítimas do câncer — 10% deles no Estado. Os tumores no pâncreas, no pulmão e no fígado foram os que registraram a maior taxa de mortalidade.

— A cada ano, o câncer provoca cerca de 8 milhões de mortes no mundo. Estima-se que um terço dessas mortes poderia ter sido evitado com mais prevenção, detecção precoce e acesso aos tratamentos existentes.

— O RS tem a maior taxa estimada de novos casos para os dois tipos de câncer mais frequentes na população. A previsão em 2014 é de 114,52 novos casos de câncer de próstata para cada 100 mil homens e 87,72 de câncer de mama para 100 mil mulheres no Estado. Na Capital, os índices sobem para 133,04 entre os homens e 146,36 entre as mulheres. A média nacional é de 70,42 e 56,09, respectivamente.

— Os hábitos de vida dos gaúchos e os mecanismos de detecção e diagnóstico existentes no RS, que permitem identificar tumores, seriam os responsáveis por tais índices.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://zerohora.clicrbs.com.br/

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