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Dia Mundial de Combate a Asma

Ontem (05) foi o Dia Mundial de Combate a Asma. A data é de extrema importância, pois seis milhões de brasileiros têm a doença, segundo Pesquisa Nacional de Saúde, realizada recentemente pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE.

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Doença inflamatória crônica das vias aéreas, a asma se caracteriza pela dificuldade de respirar quando a pessoa é exposta a agentes alergênicos. O pulmão de uma pessoa asmática é mais sensível, o que faz com que fatores como a poeira causem falta de ar, o que não aconteceria em alguém que não tem a doença.

A asma tem diferentes graus de gravidade, podendo evoluir. O grau mais brando tem sintomas leves e com pausa. Manifesta-se em até dois dias por semana e até duas noites por mês. Ela pode evoluir até a um grau 4, onde ocorrem sintomas graves persistentes ao longo do dia, frequentemente durante a noite e várias vezes por semana.

O tema gera grande preocupação aos órgãos de saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) criou um programa chamado Iniciativa Global da Asma (GINA), cujos objetivos são promover colaboração internacional em pesquisas, relatórios e estudos sobre a asma e encorajar a disseminação e a adoção desses relatórios como fontes para intervenções efetivas de prevenção e controle da doença.

Alguns resultados do GINA mostram que em regiões onde o tratamento dos asmáticos foi adequadamente seguido houve redução das hospitalizações por asma e dos atendimentos em Serviços de Emergência. As diversas experiências realizadas sobre o tratamento da asma indicam que não basta prescrever remédios para atingir o controle da doença. É preciso aliar o esclarecimento do asmático e seus familiares sobre a doença a essas medidas.

Marise Amaral de 54 anos é secretária da Associação Brasileira de Asmáticos (Abra/SP) e sofre com a doença que foi desencadeada por um episódio psicológico. “Meu primeiro episódio com a asma foi aos 25 anos. Após uma depressão pós-parto tive uma crise de ansiedade muito forte e desencadeou minha primeira crise, que foi gravíssima. Eu já tinha um agravante, que é a rinite, que era muito forte desde a adolescência. Ela foi se agravando e quando tive meu primeiro filho juntou a ansiedade com a rinite descompensada e desencadeou uma crise forte. O médico na época queria até me entubar, mas eu recusei, por causa do meu filho recém-nascido. No dia tomei uma medicação de forte e comecei um tratamento especial”, relembra.

O medicamento associado a mudanças no ambiente ajudaram Marise a manter a asma sob controle. “O tratamento não é feito apenas com remédios. A questão ambiental também é muito importante. Morava em uma casa pouco ventilada e com carpete, tive que mudar isso. Não uso quase roupa de lã. Tive outras crises, mas geralmente passo bastante tempo bem. Uso uma medicação preventiva, que o SUS libera, constantemente, mas só isso não impede que eu tenha crise. Quando sinto que vou ter uso a medicação, tento me acalmar e fazer algumas manobras respiratórias que me ajudam controlar a asma. Claro que tem um ponto da crise que é necessário atendimento médico”, explica.

A persistência é a chave do sucesso no tratamento. Além de ser paciente e por trabalhar na Aba, Marise convive com outros asmáticos e ressalta a importância de manter o tratamento mesmo quando as crises não são tão presentes. “Vemos muito aqui na associação problema de muitos pacientes com asma que quando estão bem para a falta de ar, interrompem o tratamento deixando-os ainda mais suscetível as crises”.

O SUS fornece tratamento gratuito desde 2011 aos asmáticos por meio do Programa Farmácia Popular. Medicamentos como brometo de ipratrópio, dirpoprionato de beclometasona e sulfato de salbutamol. Os medicamentos podem ser obtidos com a apresentação do CPF e da receita médica. Somente em 2014, mais de um milhão de pessoas foram beneficiadas com a medicação.

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Oftalmologista dá dicas para evitar a vista cansada no trabalho

Trabalhadores que passam a jornada de trabalho em frente a computadores costumam sentir a visão embaçada, ter dificuldade para enxergar, oscilação da visão, ardência, lacrimejamento, dores de cabeça constantes ou olhos pesados ao final da jornada. Estes sintomas podem ser ocasionados pela chamada vista cansada.

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De acordo com o oftalmologista Richard Yudi Hida, chefe do Setor de Catarata do Departamento de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo, a vista cansada surge pela diminuição da frequência do piscar, que pode ocasionar ressecamento dos olhos, olho vermelho, coceira, lacrimejamento, maior sensibilidade à luz e sensação de peso nas pálpebras.

— O incomodo é gerado pela má lubrificação e aumento da evaporação, diretamente ligada à atividade ocular interativa e estática dos olhos. Os sintomas podem se agravar se também estiverem presentes fatores como o estresse, a presbiopia (dificuldade em enxergar de perto devido a idade), o cansaço, a falta de sono, além da frequente exposição ao ar condicionado e à poluição — explica.

O especialista destaca que pessoas que trabalham em ambientes fechados, com ar condicionado, costumam ser acometidas pela vista cansada, pois o ar gelado e seco desencadeia o ressecamento dos olhos, expondo a superfície ocular da córnea.

Confira as dicas para evitar a vista cansada e aumentar a produtividade no trabalho:

* Piscar – Piscar várias vezes ajuda a lubrificar os olhos e previne irritações oculares. Quando estiver diante do computador, procure realizar intervalos de um ou dois minutos a cada 2 a 3 horas para descansar os olhos, piscando várias vezes seguidas e olhando para longe (mais que 6 metros)

* Iluminação – Controlar a iluminação também ajuda. Quando estiver usando um microcomputador, evite luzes que promovam reflexos na tela do microcomputador ou na mesa em que o mesmo está apoiado. Observe a intensidade das lâmpadas do ambiente e prefira a entrada de luz natural da janela. Equilibrar o contraste do ambiente com o do computador ajuda também a cansar menos o olho.

* Brilho – Reduzir o brilho produzido pelas superfícies planas e pela tela do computador é uma dica importante. Hoje, a maioria das telas dos computadores têm pouco reflexo. Aumentar a frequência de varredura do monitor (em Hz) pode reduzir o cansaço dos olhos (colocar acima de 70 Hz).

* Descanso e boa qualidade do sono – A privação do sono aumenta o risco de cansaço ocular. Ficar um longo tempo com os olhos abertos e passar noites em claro, afeta temporariamente a superfície ocular e a musculatura responsável para “focar” objetos, podendo causar sintomas como dores de cabeça, ardência, olho vermelho, lacrimejamento e oscilação da visão.

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Saiba como cuidar da saúde antes da viagem

Viajar é uma delícia, seja para conhecer um lugar novo e explorar culturas diferentes ou para voltar para aquele lugar que tanto amamos. Mas antes de arrumar a mala é importante pensar na saúde.

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O primeiro ponto do planejamento é saber se a saúde está em dia, principalmente para quem tem alguma doença pré-existente.Se alguns dias antes da partida contrair alguma doença infecciosa aguda tente adiar até ficar melhor. Afinal, se já é complicado ficar doente em casa, imagina em um lugar desconhecido?

Se fizer uso de medicamentos sob prescrição médica, revalide a receita e adquira os medicamentos na quantidade suficiente para toda a viagem, pois nem sempre é possível adquirir medicamentos em outros países, sem prescrição médica local. Lembre-se de levar, preferivelmente na bagagem de mão, na caixa original para melhor identificação, caso necessário. Na receita deve constar o mesmo nome identificado no cartão de embarque.

Fique atento ao volume individual dos recipientes, pois, pelas normas de segurança aérea, somente é permitido levar na bagagem de mão medicamentos essenciais acompanhados de prescrição médica; medicamentos que não necessitam de prescrição médica: colírio, solução fisiológica para lentes de contato, etc. (desde que não excedam 120ml ou 4oz); insulina e líquidos especiais ou gel, para passageiros diabéticos, acompanhados de prescrição médica (desde que não excedam 148 ml ou 5oz).

Em caso de viagens internacionais, certos países mantêm com o Brasil acordos internacionais recíprocos, que permitem o atendimento de cidadãos brasileiros pelas redes públicas de saúde. Para saber mais sobre o Certificado de Direito a Assistência Médica, acesse http://sna.saude.gov.br/cdam/. Considere ainda a possibilidade de contratar um seguro internacional de saúde particular.

:: Vacinas

Vale lembrar que alguns países ainda sofrem com doenças que o Brasil já erradicou ou tem baixa incidência. Por isso consulte as vacinas necessárias para o destino e confira se as suas estão em dia. Um exemplo é a medida de controle da febre amarela, alguns países exigem dos viajantes o “Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia” para o ingresso em seu território. Esta vacina deve ser administrada pelo menos dez dias antes da viagem.

Para a emissão do “Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia” (CIVP), você deverá procurar os Centros de Orientação ao Viajante da Anvisa, levando o seu Cartão Nacional de Vacinação e um documento de identificação oficial com foto. O certificado internacional só será válido para ingresso no país estrangeiro após dez dias a contar da data da vacinação contra febre amarela.

Outras também poderão ser recomendadas como medida preventiva ao viajante que se desloca para áreas de risco. Informe-se se existe essa indicação para o destino da sua viagem. A rede pública do Sistema Único de Saúde oferece vacinas eficazes e gratuitas. É bom lembrar que as vacinas geralmente têm um período, que varia entre 10 dias e 6 semanas, até atingir a proteção esperada. Por isso, devem ser aplicadas com a devida antecedência à viagem.

Depois de conferir os assuntos relacionados à saúde é só arrumar a mala e aproveitar a viagem!

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Os riscos de trocar as principais refeições por lanches rápidos

Comer bem todos os dias é uma tarefa difícil para muitos brasileiros. Para se ter uma ideia, segundo uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, cerca de 16 por cento das pessoas que vivem no Brasil trocam as principais refeições do dia por sanduíches, salgados, pizzas ou outros tipos de lanches sete vezes por semana ou mais.

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Era o caso da servidora pública, Milene Aguiar. “Eu acordava seis horas da manhã, eu ia almoçar no horário que eu tinha tempo. Porque, não tinha tempo de eu preparar um suco, fazer um achocolatado. Eu me sentia mal, mas eu achava que era normal, correria e tudo mais. Aí a minha amiga me disse assim: olha, eu acho que a sua alimentação está errada”, conta.

Os lanches rápidos geralmente são ricos em gordura, açúcar e sódio e podem provocar doenças como a obesidade e até o câncer. “Em geral essas refeições elas são de alto teor calórico, de alta densidade de gordura, de calorias e rapidamente a pessoa se vê na compulsão de comer outros alimentos, porque elas trazem uma saciedade rápida. Então, isso é um risco iminente para o excesso de peso, para a obesidade e doenças cardiovasculares, o câncer, o diabetes e outras doenças”, explica a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta.

“Na medida do possível, as pessoas devem se planejar para preparar as refeições, usando de alimentos in natura, alimentos regionais, fazendo seu próprio alimento. Evidentemente, a vida é corrida e nem sempre se tem a oportunidade de separa e deixar tempo para o preparo dos alimentos. Mas, isso deve ser planejado e buscado e inserido isso na rotina para buscar uma alimentação mais saudável” esclarece a dra. Deborah Malta.

O novo Guia Alimentar para a População Brasileira e o livro Alimentos Regionais Brasileiros são publicações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde que mostram várias dicas de como adotar uma alimentação saudável . Para acessar essas informações, basta entrar na página do ministério.

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Rotina de exercícios pode reverter danos vasculares causados pela obesidade

Apesar das recomendações médicas, muitas pessoas com excesso de peso e problemas como hipertensão e diabetes relutam em incluir a prática de exercícios no seu dia a dia. No entanto, as evidências de benefícios da atividade física são cada vez maiores.

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Uma pesquisa realizada pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) mostrou que, mesmo sem restrições alimentares, o exercício físico regular de intensidade moderada pode reverter o aumento da pressão arterial e das taxas de colesterol e açúcar no sangue, assim como os prejuízos à circulação provocados por uma dieta rica em gordura. O estudo realizado com ratos, que são considerados um modelo experimental da chamada síndrome metabólica, foi publicado na revista Metabolic Syndrome and Related Disorders.

Coordenador da pesquisa, o chefe do Laboratório de Investigação Cardiovascular do IOC, Eduardo Tibiriçá, explica que a síndrome metabólica é composta por um conjunto de alterações que aumentam o risco de doenças cardiovasculares, como o infarto e o acidente vascular cerebral (AVC). Entre os principais problemas estão a hipertensão arterial; o aumento de moléculas gordurosas – chamadas de lipídios – no sangue, incluindo o colesterol; e intolerância à glicose ou resistência à insulina, o que corresponde a um estado de pré-diabetes. O pesquisador ressalta que o quadro está associado ao excesso de peso, mas não afeta apenas pessoas obesas. “A doença está associada à gordura abdominal, também chamada de visceral, porque fica situada em volta das vísceras, como o intestino e o fígado. Principalmente em homens, é comum encontrarmos indivíduos que não são muito gordos, mas têm a barriga protuberante. Estas pessoas podem ter síndrome metabólica”, esclarece o médico.

Um aspecto importante investigado na pesquisa foi o impacto da atividade física sobre o fluxo sanguíneo nos pequenos vasos que compõem a chamada microcirculação, responsável pela entrega de oxigênio e nutrientes para todos os tecidos do corpo. De acordo com Tibiriçá, a síndrome metabólica envolve uma redução do número total e da capacidade de dilatação destes vasos, o que dificulta o fluxo sanguíneo e pode contribuir para o aumento da pressão arterial. No estudo, foi verificado que, entre os ratos submetidos a uma rotina de exercícios, as alterações causadas pela obesidade sobre a microcirculação foram completamente revertidas. Além disso, os animais deixaram de ser hipertensos.

Durante a pesquisa, ratos com um quadro semelhante à síndrome metabólica foram submetidos a 12 semanas de atividade física, exercitando-se na esteira, uma hora por dia, cinco vezes por semana. Mesmo mantendo a dieta hipercalórica neste período, foi observada uma redução significativa do percentual de gordura corporal. Enquanto os animais sedentários com a mesma alimentação alcançaram 60% de gordura corporal, entre os ratos ativos esta taxa ficou em 40%, pouco acima dos 30% de gordura corporal verificados nos animais com alimentação saudável. Efeitos semelhantes foram observados sobre os níveis de glicose e insulina no sangue, que se tornaram parecidos com os de animais saudáveis.

Segundo Tibiriçá, os dados apontam efeitos positivos da atividade física mesmo na ausência de uma dieta equilibrada. “Esse resultado poderia ter sido ainda melhor com a mudança alimentar, mas, desta forma, ele nos permite avaliar algo que ocorre na realidade. Mesmo quando não conseguem manter a dieta recomendada, as pessoas podem realizar o exercício e obter benefícios”, ressalta. O pesquisador acrescenta ainda que, no caso da função vascular, a atividade física promove uma melhora independentemente da perda de peso. “O exercício aumenta o fluxo sanguíneo e leva à dilatação dos vasos da microcirculação. Com a prática regular, os efeitos de cada sessão vão se somando, gerando um benefício duradouro”, completa.

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HIPERTENSÃO: a doença que atinge mais de 30 milhões de pessoas no país

A hipertensão arterial ou pressão alta, como é popularmente conhecida, é uma doença crônica que é determinada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias. Ela faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal para fazer com que o sangue seja distribuído corretamente no corpo.

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A doença é um dos principais fatores de risco para a ocorrência do acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca. Para evitar a pressão alta, o consultor-técnico da Coordenação Geral de Atenção à Pessoas com Doenças Crônicas do Ministério da Saúde, Marcelo Pellizzaro, explica que as pessoas precisam ficar atentas a alguns cuidados.“Das ações de prevenção, a principal delas são os hábitos saudáveis de vida: atividade física regular, 30 minutos de caminhada moderada por dia pelo menos cinco vezes por semana e uma alimentação saudável, especialmente com baixo teor de sódio, com pouca quantidade de sal. Ou seja, atividade física e sal são medidas tanto preventivas, quanto terapêuticas, de tratamento” , recomenda.

A hipertensão arterial pode ser provocada pela obesidade, consumo de bebidas alcoólicas, estresse, grande consumo de sal, falta de atividade física e sono inadequado. Para tratar a doença, o Ministério da Saúde oferece gratuitamente medicamentos pelo Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar um documento de identidade com foto, CPF e receita médica dentro do prazo de validade, que são 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas. Para saber mais sobre as ações de prevenção e tratamento para combater a hipertensão e outras doenças crônicas, acesse http://www.saude.gov.br.

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A asma que atinge cerca de seis milhões de pessoas no Brasil

A asma é uma doença crônica que inflama as vias aéreas e dificulta a passagem do ar para os pulmões. Com isso, a pessoa que sofre do problema passa a ter dificuldades para respirar . As crises podem ser provocadas pela fumaça de cigarro, ácaros, pelos de cães e gatos, mofo, aquecedores e fogões a gás e odores fortes de perfumes, produtos de limpeza e tinturas.

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Os sintomas mais frequentes são a falta de ar, tosse seca, chiado e aperto no peito. A diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta, explica o que as pessoas precisam fazer para evitar as crises de asma.“Então, é muito importante que a família verifique tapetes, cortinas, colchas que ficam sobre a cama durante muitos meses e anos, então isso sempre tem que ser higienizado, sempre lavado para que possa ter a menor proporção de alérgenos possível.

Em crianças é muito comum também o uso de roupas de lã e isso deve ser evitado. As vezes tem também animais de estimação, como cachorros e gatos que soltam pelos e são partículas pequenas que podem desencadear muito esse tipo de crise.”

As pessoas que vivem com asma têm acesso gratuito ao medicamento oferecido pelo programa Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar um documento de identidade com foto, CPF e receita médica dentro do prazo de validade, que são 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas.

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Saiba como cuidar da voz

Uma boca gigante inflável, que mostra como é produzida a voz e as principais doenças do sistema vocal, está montada no Parque do Povo, no bairro de Pinheiros, na capital paulista. A produção faz parte das comemorações do Dia Mundial da Voz, celebrado ontem (16). A estrutura fica no parque até o dia 18 para conscientizar as pessoas sobre os cuidados necessários com o sistema vocal.

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“Afine sua Saúde. Cuide de sua voz!” é o tema da 17ª Campanha Nacional da Voz, segundo os organizadores, a Academia Brasileira de Laringologia e Voz (ABLV) e a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF). O evento conta ainda com o apoio da organização não-govenamental Doutores da Alegria e dos palhaços Fuska e Gaiato, da contadora de histórias Jane Berenstein e dos beatboxers Borracha e Mautari.

O coordenador nacional da Campanha da Voz, o otorrinolaringologista Gustavo Korn, explicou que o principal problema é a rouquidão, porém qualquer coisa que dificulte a produção da voz de forma harmoniosa e sem esforço deve ser levado em consideração. “Há pessoas que tem dificuldades para falar, outros cansam quando falam muito, e há até aqueles que não conseguem emitir algum som. Toda situação como essa merece uma avaliação do médico para ver qual o problema e o melhor tratamento”.

No caso de rouquidão que dure 14 dias ou mais é fundamental que se procure o otorrinolaringologista porque um dos diagnósticos possíveis nessa situação é o câncer de laringe, que se descoberto precocemente tem mais chances de cura. “Os principais fatores causadores d câncer de laringe são o tabagismo e a ingestão de bebida alcoólica, além de quadro de refluxo e a presença do HPV”.

Para prevenir problemas no sistema vocal, a orientação é evitar gritar e falar em demasia, além de fazer repousos vocais. “O ideal é fazer pausas entre as falas, evitar o pigarro que machuca as pregas vocais, não cochichar porque isso, força a voz, beber bastante água para hidratar a região e não ingerir alguns alimentos que podem provocar o refluxo, como frituras, gordura, doces, chocolates e cítricos”, disse Korn.

O médico destacou que os profissionais da voz, que trabalham falando a maior parte do tempo, precisam ter atenção especial com a prevenção e os cuidados. “O ideal é que façam sempre uma avaliação e não esperem ter um problema na voz para procurar um médico. Precisamos lembrar que essas pessoas são atletas da voz”.

Reconhecida internacionalmente desde 2003, a Campanha da Voz é a ação social de maior tradição da Otorrinolaringologia no Brasil, promovendo projetos integrados em países como EUA, Espanha, Portugal, Bélgica, Suíça, Itália, Argentina, Chile, Venezuela, e Panamá.

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Estilo de vida é principal causa de obesidade infantil

Os hábitos de vida entre as crianças e adolescentes no Brasil têm apresentado, cada vez mais, resultados negativos à saúde desses jovens. Segundo dados divulgados em março pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, o percentual de crianças entre 5 e 9 anos de idade com excesso de peso chega a 33,5%. Já na adolescência, o quantitativo é de 20,5%. A segurança alimentar é justamente o tema do Dia Mundial da Saúde, comemorado em 7 de abril. O principal objetivo da Organização Mundial da Saúde (OMS) é estimular a população para o consumo de uma alimentação saudável capaz de promover saúde e mais qualidade de vida, reduzindo a obesidade, diabetes, hipertensão e outras doenças.

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Para a nutricionista do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria, vinculado à Ensp/Fiocruz, Sueli Rosa Gama, as elevadas taxas de sobrepeso se devem a uma alimentação baseada em produtos ultraprocessados, com alta quantidade de açúcar, sal e gorduras saturadas, responsáveis no mundo todo pela epidemia de obesidade. Além disso, a especialista aponta o tempo gasto com tablets, celulares, computadores e videogames como o principal responsável pelo sedentarismo, condição que pode agravar esse quadro.

Segundo a nutricionista, em pesquisa realizada com crianças atendidas pelo Centro de Saúde e pela Clínica da Família Victor Valla, em 2004, 73% das crianças consumiam a merenda escolar regularmente. Já em 2012, este percentual caiu para 48%. “O porquê dessa recusa das crianças é um dos assuntos que estou estudando no meu doutorado”, comentou Sueli. O estudo, intitulado Jogue Limpo com o seu Coração, examinou, nos anos de 2004, 2008 e 2012, 690 crianças entre 5 e 9 anos de idade. Destas, 30% responderam beber diariamente refrigerantes e sucos industrializados. Apenas 34% delas consumiam frutas cítricas em 2004. Em 2012, o número caiu para 23%. A falta de exercícios físicos também foi um fator preocupante. “Já está comprovado que assistir a programas de televisão ou jogar eletrônicos, como videogame ou computador, por mais de quatro horas consecutivas, leva a criança a se tornar sedentária. Em 2012, nossa pesquisa apontou que quase 20% das crianças ficavam mais de quatro horas em frente à tela”, detalhou Sueli.

 

Entre as ações que podem reverter esses dados e contribuir para uma melhor nutrição, a nutricionista chama atenção para a nova versão do Guia Alimentar para a População Brasileira, A publicação foi divulgada em novembro de 2014 pelo Ministério da Saúde. “O Guia traz dez passos da alimentação saudável, que abordam desde a refeição familiar ao consumo de alimentos tradicionais, como o feijão com arroz”, destacou. A intenção do Guia, de acordo com o Ministério da Saúde, é promover a saúde e a boa alimentação, combatendo a desnutrição e prevenindo não somente a obesidade, como também o diabetes e outras doenças crônicas, como AVC, infarto e câncer.

Sem impacto no bolso – De acordo com Sueli, ter uma alimentação saudável não é sinônimo de maiores gastos na compra de alimentos. “É ilusão achar que o alimento adequado é mais caro. Feijão com arroz, tomate, laranja e banana – tão tradicionais na mesa do brasileiro –, se consumi­dos, saem, no final, mais barato que biscoitos e refrigerantes e proporcionam maior saciedade. Além disso, alimentos muito açucarados provocam a vontade de comer mais e mais. Um biscoito sempre parece pouco e, sem perceber, come-se o pacote todo ou bebe-se mais de dois copos de refrigerantes”.

Para a nutricionista, uma boa refeição não precisa necessariamente conter alimentos orgânicos, ou seja, livres de agrotóxicos. “A questão central não é o consumo de orgânicos, mas sim de alimentos minimamente processados que não levem ao excesso de sal, açúcar, gorduras e aditivo”, afirma Sueli. Ainda segundo dados do Jogue Limpo com o seu Coração, os alimentos classificados como “besteiras” (balas, biscoitos e refrigerantes), embora sejam considerados baratos, foram responsáveis por 32,4% do gasto total com a alimentação da criança, enquanto as proteínas (leite, carne, frango e peixe) corresponderam a apenas 20% do gasto.

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Um quarto dos brasileiros consomem frutas e hortaliças recomendadas pela OMS

Para comemorar o Dia Mundial da Saúde, que este ano tem como tema a alimentação, o Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira o livro Alimentos Regionais Brasileiros. A publicação traz alimentos típicos de cada região e dicas de como cozinhar com mais saúde. Um dos objetivos do novo livro é incentivar o aumento do consumo de frutas, legumes e verduras. Isso porque de acordo com o Ministério da Saúde, apenas um quarto da população brasileira consome a quantidade de frutas e hortaliças recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em cinco ou mais dias da semana. Segundo a OMS, a ingestão necessária é de pelo menos 400 gramas desses alimentos diariamente.

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O ministro da Saúde, Arthur Chioro, destaca que adotar uma alimentação saudável é essencial para evitar doenças crônicas. “Muitas das doenças crônicas degenerativas, das doenças do aparelho cardiovascular, da diabetes e mesmo alguns tipos de câncer estão fortemente ligadas a um tipo de padrão alimentar. É preciso promover alimentação saudável e segura. Orientando, estimulando a população a cada vez mais valorizar os alimentos in natura, os alimentos minimamente processados e evitando os alimentos ultra processados”.

Além de incentivar a população brasileira a consumir a quantidade de frutas e hortaliças recomendada pela OMS, o livro Alimentos Regionais Brasileiros traz informações de como comer e preparar a refeição, uma lista de possíveis substituições para as preparações desenvolvidas, destacando a diversidade cultural brasileira.

Segundo a diretora do Departamento de Vigilância de doenças e agravos não transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta, a intenção é proporcionar a população o conhecimento das mais variadas espécies de frutas, hortaliças, leguminosas, tubérculos, cereais, ervas, entre outros existentes no país. “Os alimentos regionais trazem também o resgate da culinária tradicional. Do fazer, do preparar o alimento e com o que a de riqueza na sua própria região. Então, ele resgata as receitas antigas de família. Isso é fundamental para que a gente possa também ter um novo ciclo de revitalização do preparar o seu próprio alimento e dedicar tempo nesse preparo”.

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