Arquivo para março \12\-03:00 2015



Silenciosa, doença renal crônica atinge 10% da população

A doença renal crônica atinge 10% da população mundial e afeta pessoas de todas as idades e raças. A estimativa é que a enfermidade afete um em cada cinco homens e uma em cada quatro mulheres com idade entre 65 e 74 anos, sendo que metade da população com 75 anos ou mais sofre algum grau da doença. Diante desse cenário, no Dia Mundial do Rim, lembrado hoje (12), a Sociedade Brasileira de Nefrologia defende que a creatinina sérica e a pesquisa de proteína na urina façam parte dos exames médicos anuais.

sistema-urinario-masculino-rins-1384967656376_615x300

O risco de doença renal crônica, de acordo com a entidade, deve ser avaliado por meio de oito perguntas: Você tem pressão alta? Você sofre de diabetes mellitus? Há pessoas com doença renal crônica na sua família? Você está acima do peso ideal? Você fuma? Você tem mais de 50 anos? Você tem problema no coração ou nos vasos das pernas (doença cardiovascular)? Se uma das respostas for sim, a orientação é procurar um médico.

Os principais sintomas da doença renal crônica são falta de apetite, cansaço, palidez cutânea, inchaços nas pernas, aumento da pressão arterial, alteração dos hábitos urinários como urinar mais à noite e urina com sangue ou espumosa.

As recomendações das entidades médicas para reduzir o risco ou para evitar que o quadro se agrave incluem manter hábitos alimentares saudáveis, controlar o peso, praticar atividades físicas regularmente, controlar a pressão arterial, beber água, não fumar, não tomar medicamentos sem orientação médica, controlar a glicemia quando houver histórico na família e avaliar regularmente a função dos rins em casos de diabetes, hipertensão arterial, obesidade, doença cardiovascular e histórico de doença renal crônica na família.

Dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia indicam que 100 mil pessoas fazem diálise no Brasil. Atualmente, existem 750 unidades cadastradas no país, sendo 35 apenas na cidade de São Paulo. Os números mostram ainda que 70% dos pacientes que fazem diálise descobrem a doença tardiamente. A taxa de mortalidade para quem enfrenta o tratamento é 15%.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://agenciabrasil.ebc.com.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

SUS oferta vacina contra HPV para meninas de 9 a 11 anos

Chegou a vez de as meninas de 9 a 11 anos tomarem a vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV), usada na prevenção do câncer do colo do útero. A expectativa do Ministério da Saúde é a de vacinar 4,94 milhões de meninas em 2015. Junto com o grupo de adolescentes de 11 a 13 anos vacinadas no ano passado, essa pode ser a primeira geração praticamente livre do risco de morrer do câncer do colo do útero. A meta é vacinar, em parceria com as secretarias estaduais e municipais da saúde, 80% do público-alvo.

Cartaz_HPV_640x460mm

A novidade para este ano é a inclusão de 33,5 mil mulheres de 9 a 26 anos que vivem com HIV. Mais suscetível a complicações decorrentes do HPV, esse público tem probabilidade cinco vezes maior de desenvolver câncer no colo do útero do que a população em geral. A inclusão do grupo como prioritário para a prevenção segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Comitê Técnico Assessor de Imunizações (CTAI) do Programa Nacional de Imunizações (PNI), em conformidade com o Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais.

“A vacina é extremamente segura, uma proteção para a vida. Além de proteger a menina, os estudos mostram que a comunidade também fica protegida. Por isso, devemos alertar os pais e responsáveis sobre a importância da vacina. A parceria com as escolas é fundamental nesse esforço do Ministério da Saúde. Precisamos contar com a colaboração dos pais e das escolas para conseguir alcançar a nossa meta e começar a escrever uma outra história no nosso país de enfrentamento à essa doença, que é o terceiro tipo de câncer que mais mata as mulheres no Brasil”, reforçou o ministro da Saúde, Arthur Chioro, durante o evento de lançamento da campanha, em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (9/3).

A vacina está disponível desde o início de março nas 36 mil salas de vacinação espalhadas pelo país. Para este ano, o Ministério da Saúde recomenda aos estados e municípios que façam parcerias com as escolas públicas e privadas, repetindo a estratégia adotada na primeira dose da vacina, quando 100% do público estimado, de 4,95 milhões de meninas de 11 a 13, foi vacinado. Já a segunda dose, que teve o foco a administração apenas nos postos de saúde, alcançou 2,9 milhões de meninas, atingindo 58,7% do público-alvo.

“Com a introdução da vacina, podemos reduzir drasticamente os casos de câncer do colo do útero e a taxa de mortalidade. Com isso, poderemos ter a primeira geração de mulheres livre da doença. Para isso é importante que as meninas completem o esquema vacinal, tomando as três doses da vacina, conforme o calendário preconizado pelo Ministério da Saúde”, alertou Chioro.

ESQUEMA VACINAL – Para receber a dose, basta apresentar o cartão de vacinação e o documento de identificação. Cada adolescente deverá tomar três doses para completar a proteção. A segunda deve ser tomada seis meses depois, e a terceira, cinco anos após a primeira dose. A partir de 2016, serão vacinadas as meninas de 9 anos.

As meninas de 11 a 13 anos que só tomaram a primeira dose no ano passado também podem aproveitar a oportunidade de se prevenir e procurar um posto de saúde ou falar com a coordenação da escola para dar prosseguimento ao esquema vacinal. Isso também vale para as meninas que tomaram a primeira dose aos 13 anos e já completaram 14. É importante ressaltar que a proteção só é garantida com a aplicação das três doses.

Para as mulheres que vivem com HIV, o esquema vacinal também conta com três doses, mas com intervalos diferentes. A segunda e a terceira doses serão aplicadas dois e seis meses após a primeira. Nesse caso, elas precisarão apresentar a prescrição médica.

Desde março de 2014, o SUS oferece a vacina quadrivalente, que confere proteção contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia em quem segue corretamente o esquema vacinal. Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero em todo mundo e os subtipos 6 e 11 por 90% das verrugas anogenitais.

A vacina contra HPV tem eficácia comprovada para proteger mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus. Hoje, é utilizada como estratégia de saúde pública em mais de 50 países, por meio de programas nacionais de imunização. Estimativas indicam que, até 2013, foram distribuídas cerca de 175 milhões de doses da vacina em todo o mundo. A sua segurança é reforçada pelo Conselho Consultivo Global sobre Segurança de Vacinas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Para a produção da vacina contra o HPV, o Ministério da Saúde firmou Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) com o Butantan e o Merck. Serão investidos R$ 1,1 bilhão na compra de 36 milhões de doses da vacina durante cinco anos – período necessário para a total transferência de tecnologia ao laboratório brasileiro. Para 2015, a previsão do Ministério da Saúde é de adquirir 11 milhões de doses.

CÂNCER DO COLO DO ÚTERO – O câncer do colo do útero é o terceiro tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil, atrás apenas do de mama e de brônquios e pulmões. O número de mortes por câncer do colo do útero no país aumentou 28,6% em 10 anos, passando de 4.091 óbitos, em 2002, para 5.264, em 2012, de acordo com o Atlas de Mortalidade por Câncer no Brasil, publicação do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Tomar a vacina na adolescência é o primeiro de uma série de cuidados que a mulher deve adotar para a prevenção do HPV e do câncer do colo do útero. No entanto, a imunização não substitui a realização do exame preventivo e nem o uso do preservativo nas relações sexuais. O Ministério da Saúde orienta que mulheres na faixa etária dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo, o Papanicolau, a cada três anos, após dois exames anuais consecutivos negativos.

O HPV é um vírus transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. Estimativas da Organização Mundial da Saúde indicam que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras da doença, sendo 32% infectadas pelos tipos 16 e 18. Em relação ao câncer do colo do útero, estudos apontam que 270 mil mulheres, no mundo, morrem devido à doença. Neste ano, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 15 mil novos casos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Como é a vida de quem tem apenas um rim

Os rins exercem funções muito importantes para o bom funcionamento do organismo, como regular a pressão arterial, produzir células vermelhas, ativar a vitamina D e, principalmente, filtrar fluidos para expelir toxinas.

rins

No entanto, muitas pessoas vivem com apenas um rim, como o ex-jogador Pelé, que foi internado no Hospital Albert Einstein, no ano passado, em São Paulo, para tratar uma infecção urinária 11 dias após a retirada de cálculos renais.

Isso não significa, porém, que essas pessoas sejam obrigadas a seguir determinadas restrições ou que elas corram risco de ter problemas de saúde.

É possível levar uma vida normal e saudável com apenas um desses órgãos.

Entenda a seguir os motivos pelos quais alguém vive com apenas um rim e os efeitos desta condição:

1) Por que uma pessoa tem só um rim?

Existem quatro razões mais comuns para isso.

A pessoa pode ter nascido com apenas um rim, uma condição conhecida como agenesia renal.

Isso é mais comum entre homens, segundo o instituto de pesquisa Kidney Research, do Reino Unido.

Também é possível nascer com ambos os rins, mas apenas um deles funciona.

A pessoa ainda pode ter um de seus rins retirados por causa de uma anormalidade na sua formação anatômica, para tratar um sério trauma causado por um acidente ou por causa de uma doença, como câncer, ou pode ter doado um dos rins a quem precisava de um transplante.

Segundo relatos da imprensa, Pelé teve um rim extraído nos anos 70 nos Estados Unidos, no final de sua carreira como atleta, por ter tido um tumor no órgão.

2) Ter só um rim gera problemas de saúde?

A maioria das pessoas que tem apenas um rim leva uma vida saudável.

Em geral, quem nasce com apenas um rim saudável ou tem um deles retirado ainda na infância não enfrenta problemas no curto prazo.

Isso porque o rim restante cresce mais rápido e se torna maior do que um rim comum, um fênomeno conhecido como “crescimento compensatório” ou “crescimento regenerativo”.

Este único rim pode chegar a ter quase o mesmo tamanho de dois rins juntos. Isso permite ao órgão realizar o trabalho que caberia aos dois rins.

O mesmo ocorre com quem vive com apenas um rim após um transplante. O órgão cresce e torna-se até 40% mais potente do que um rim comum.

Mas foram observados efeitos ao longo de um período maior de tempo entre aqueles que nasceram com um rim apenas ou tiveram um deles retirado na infância.

É possível sofrer uma pequena perda de função renal, o que não afeta muito a expectativa de vida. Esta condição leva, em média, 25 anos para ser desenvolvida, segundo o instituto americano de pesquisa National Kidney Foundation.

Estas pessoas ainda podem ter pressão alta quando ficarem mais velhas ou apresentar um excesso de proteína na urina, o que leva o corpo a reter fluídos e sódio, causando um inchaço nos tornozelos e no abdômen.

3) É preciso ir com mais frequência ao médico?

A pessoa deve testar sua função renal por meio de exames ao menos uma vez por ano, de acordo com a National Kidney Foundation.

Isso pode ser feito por meio de exames de urina e sangue.

Ainda é preciso monitorar a pressão arterial.

4) A pessoa pode praticar esportes?

O exercício físico é uma prática saudável e recomendada, mas alguns médicos recomendam ter cuidado e evitar lesões ao órgão, que, por ser maior e mais pesado, também é mais suscetível a traumas.

Uma forma de fazer isso é usar uma proteção sobre a roupa durante a atividade.

Alguns médicos ainda recomendam evitar esportes de contato, como futebol, basquete, lutas e artes marciais, para prevenir danos aos órgão.

5) Há uma dieta especial?

A maioria das pessoas com só um rim não precisa seguir uma dieta especial. Mas a Kidney Research recomenda consumir menos sal e beber bastante água, entre seis a oito copos por dia.

Mas, quando a pessoa precisou de um transplante motivados por uma doença ou falha renal, pode haver algumas restrições na alimentação, o que varia a cada caso e depende da avaliação médica.

Assim como quando a pessoa apresenta uma concentração de proteína acima do normal na urina, sendo recomendada uma dieta com menos proteína.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Cuide dos RINS

Campanha-RIM-2015

Dia Mundial do Rim 2015

No dia 12 de Março de 2015 será comemorado o Dia Mundial do Rim. Serão realizadas ações em todo o mundo com o objetivo de divulgar as informações relacionadas a prevenção das doenças renais.

banner_dmr2015

 

A Sociedade Brasileira de Nefrologia coordena essa campanha no Brasil. Foi criado material informativo e educativo que é distribuído e divulgado em todas as regiões brasileiras, tendo em média 700 eventos relacionados. Ao longo dos anos, essa Campanha de Prevenção tem-se intensificado, ampliando cada vez mais o número de pessoas atingidas com informações sobre prevenção e a importância do diagnóstico precoce da doença renal crônica.

Para 2015, o tema do Dia Mundial do Rim será “Rins saudáveis”. Neste ano o foco é alertar a população com relação a adoção de hábitos saudáveis, ingestão de água, mudança de estilo de vida e autocuidado das doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus e obesidade.

A Sociedade Brasileira de Nefrologia, assim como nos anos anteriores, já preparou o material para a campanha, que consta de camisetas, adesivos, cartazes e um check-list, priorizando informações sobre os fatores de risco para a DRC e estimulando cuidados com a saúde dos rins. Outra importante ação de publicidade da campanha é a iluminação de pontos turísticos em diversas localidades do país com as cores azul e vermelho, para chamar a atenção para a questão da DRC, a exemplo do que houve nos últimos dois anos no Cristo Redentor e no Obelisco do Ibirapuera.

Fatos e dados

• Mais de 100 mil pessoas fazem diálise no Brasil.

• Existem 750 unidades de diálise cadastradas no Brasil. Somente na cidade de São Paulo, são 35 unidades.

• Depois dos 40 anos, o indivíduo perde em média 1% ao ano da função renal

• 84% dos pacientes têm o tratamento pago pelo Sistema Único de Saúde

• 16% dos pacientes têm o tratamento pago pelo Sistema de Saúde Suplementar

• Incidência das DRC é maior em pessoas de mais idade

• 31% dos pacientes estão com mais de 65 anos.

• 58% dos pacientes são homens.

• Hipertensão (35%), diabetes (30%) e glomerulopatias (12%) são as principais causas das DRC em adultos.

• 10% da população mundial têm Doença Renal Crônica (DRC)

• DRC afeta pessoas de todas as idades e raças

• Um a cada cinco homens e uma a cada quatro mulheres com idades entre 65 e 74 anos têm DRC

• Metade da população mundial acima de 75 anos tem DRC

• Terapia Renal Substitutiva (TRS) é um tratamento indicado para casos nos quais o rim não efetua mais o papel vital de “filtro do organismo”

• Três formas de TRS são: Hemodiálise, Diálise peritoneal e Transplante renal.

• 70% dos pacientes em diálise descobrem a doença renal tardiamente

• 15% é a taxa de mortalidade de pacientes em diálise

• 1 em cada 6 hipertensos terá doença renal

• Para cada 1 paciente em diálise há entre 20 e 25 pessoas com algum grau de DRC ainda sem sintomas

• Estima-se que há cerca de 1,2 milhão a 1,5 milhão de brasileiros com doença renal crônica

• Em média, cada sessão individual de diálise consome algo entre 300 e 400 litros por paciente.

• Em média, cada paciente realiza três sessões de diálise por semana.

• O tempo de cada sessão e a frequência é definida com o nefrologista e varia de caso a caso.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.sbn.org.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Dia da Mulher merece comemorações e reflexões

O calendário marca o dia 8 de março como a data especial para a alma feminina. Mulher de todas as latitudes e atitudes, operárias, empresárias, analfabetas, formadas, inconformadas, aplaudidas, vaiadas, amadas, dilaceradas, mas sempre vencedoras. Mulher na política, na crítica, no esporte, no volante de um caminhão, na celebração e no parto de um novo tempo, de Dilma Rousseff a Maria Anônima, de Vera Fischer a Sebastiana Nascimento, de Marina Silva a Naúdia Faedo, de Ivete Sangalo a professora Ana Cláudia, sopro de vida. A coisa mais cara no mundo é a lágrima de uma mulher traída. Mas ela sabe perdoar.

Dia-da-mulher-4

Mulher da terra, amada, questionada, votada, largada na história e fazendo história. A alma gêmea venceu barreiras, mitos, menstruação, revolução, direitos sociais. Na música, na poesia, na rotina do lar, há muito que pensar e comemorar. Será que mulher vota em mulher? Será que as mulheres trabalhadoras que foram queimadas deixaram um legado de fé e atitude? O que quer a mulher foi uma pergunta feita por Freud nos seus estudos. A mulher ocupou o lugar do homem no trabalho, mas o homem não aprendeu a lavar louças em casa, mostrando criatividade e atenção. Cora Coralina, Lídia Gueiler, Ivete Vargas, Jane Fonda, Pagu, Lúcia Vânia, Edielma Torres, Sueli Pereira, Elis Regina, Maria Eugênia, Maria Valadão, Conceição Gaier, Marcia Elizabete, Elizabeth Caldeira, Preta Gil, Dayane Moratto, Princesa Isabel, Fernanda Montenegro, Zíbia Gaspareto, Sônia Regina, Castorina Rattes, Clarice Martins Leão, Nega Brechó, e ela só não quer ficar só. O que comemorar se a luta é eterna e as conquistas enormes? Uma raça determinada, testada, ampliada, gestada a fogo, ferro e luz. Maria da Penha é o traço que une todas as deusas apedrejadas, caladas, mutiladas. Beijinho no ombro só para as que têm disposição e atenção com seus pares.

Em célebres momentos a alma feminina mostrou sua curiosidade, amizade, cumplicidade com o homem, mas ela deseja colo, compreensão e direitos iguais, na sua versão de mãe, sedutora, professora, educadora, rainha do lar, motorista, escritora, possuidora de talentos múltiplos. A canção Maria, Maria, de Milton Nascimento, eternizada por Simone, parece definir todos os sonhos da mulher, que merece viver e amar, lutar e vencer. Não apenas no dia 8 de março se deve comemorar o dia da rainha das louças, panelas, canetas, atitudes, cabelos e unhas. A luta é constante em cada votação no Congresso Nacional ou aumento de salário concedido pelo patrão.

Na sua versão de Eva é a bela e a fera, a Monalisa ou a gari, a senadora e a empresária, a professora ou a doméstica, com direitos reconhecidos. No namoro, no choro, no parto, na celebração da vida de cada homem que vem ao mundo, ela está presente. Talvez a mulher seja um homem que vingou na vida ou o sexo alternativo de Deus. Rezar, lutar, amar, trabalhar com as mãos e pés descalços, são climas vividos pelas rainhas adormecidas ou rebeldes.

A clássica canção de Rita Lee dizia que “toda mulher é meio Leila Diniz”, enaltecendo a revolução da guerreira da praia. Hoje a história continua, com seus amores, dores, gestos de humildade ou gentileza, pois toda mulher se veste para si mesma antes de se produzir para os homens de bom gosto. Não é mais o solene objeto de cama, mesa e banho, e sim a metáfora dos desejos realizados pela sociedade, pois a mulher moderna guia caminhões ou apita jogos de futebol. Cecília Meireles, Fátima Bernardes, Maria José Cabral, Marta do futebol, Marta Rocha dos desfiles e concursos de beleza, Karolina Batista, atleta e veterinária.

Uma infinita lista de beldades, bondades, cumplicidades, valorizando um ser que carrega a intuição como dom principal. No namoro, mesmo quando se deixa conquistar, ressalte-se que foi ela quem conquistou primeiro, pois é a deusa de todas as seduções. Feliz 8 de março para todas as princesas, deusas, rainhas, deputadas, amadas, votadas, cinderelas, enaltecidas pelo tempo. Mas o melhor tempo é agora, com a revolução promovida pela deusa do batom e dos brincos notáveis. Se toda mulher é competente e bela, fica aqui a mensagem do Lela.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.dm.com.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Todas as Mulheres São Perfeitas

Campanha-Dia-da-Mulher-2015

Doenças raras ainda representam desafio para saúde pública

Celebrado no último dia 28 de fevereiro, o Dia Mundial de Doenças Raras tem o objetivo de alertar a população sobre a incidência destas enfermidades e as dificuldades que seus portadores enfrentam no cotidiano. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 400 milhões de pessoas no mundo sofrem com doenças raras (DR). O desafio torna-se ainda maior considerando que 95% delas não possuem tratamento específico e dependem de uma rede de cuidados paliativos bem estruturada, que assegure uma melhor qualidade de vida aos pacientes atendidos. Mas, a questão reside também no significado do termo, não havendo unanimidade em torno do conceito “doença rara”.

DIA-DE-DOENÇAS-RARAS-2014-por-sérgio-francês-525

A maioria dos especialistas afirma que DR é aquela que afeta apenas uma pequena parcela da população. Por outro lado, algumas já se tornaram mais incidentes e o termo “rara” passou a ser questionado.

Analisando os conceitos adotados em diversos países, é possível situar as doenças raras na faixa das que possuem prevalência máxima variável de 0,5 a 7 por 10.000 habitantes. Apesar da denominação geral, algumas doenças podem ser consideradas “menos” raras em uma população do que na outra, como por exemplo a mucoviscidose, mais frequente nas populações caucasianas, explica a professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Magda Carneiro Sampaio. “Por outro lado, a doença falciforme (também conhecida como anemia falciforme) não é uma doença rara na nossa população, porque é mais comum em descendentes de africanos como somos a maior parte dos brasileiros”, pondera.

De acordo com Sampaio, as distrofias musculares, hemofilias, neurofibromatose, angioedema hereditário, erros Inatos do metabolismo e imunodeficiências primárias já configuram como doenças nem tão “raras” no Brasil.

Histórico – Até o início dos anos 80, havia poucas iniciativas no sentido de encarar as doenças raras como uma questão de saúde pública. Graças à atuação das organizações de pacientes e movimentos sociais, alguns avanços podem ser citados, como a criação, em janeiro de 2014, da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com médica geneticista e coordenadora clínica do Centro de Genética Médica do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF), Dafne Horovitz, existem mais de 7 mil doenças raras, sendo que 80% delas são de origem genética: as demais podem ser ocasionadas por infecções bacterianas, virais ou causas degenerativas.

Elas afetam, sobretudo, crianças de 0 a 5 anos, contribuindo para a morbimortalidade nos primeiros 18 anos de vida. “Lidamos com estas doenças no dia-a-dia. Algumas já são tão frequentes que não mais podem ser consideradas raras, como a Síndrome de Down”, pondera.

A especialista explica que para ser considerada rara, uma doença deve atingir 1,3 pessoas a cada duas mil. De acordo com dados da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), há 13 milhões de pessoas com doenças raras no Brasil.

A geneticista do IFF conta que as discussões a respeito do tema se fortaleceram em 2012, quando foi criado um Grupo de Trabalho (GT) para elaborar a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com doenças raras, envolvendo técnicos que trabalham com doenças raras, usuários do SUS, profissionais do Ministério da Saúde e da Coordenação Geral de Média e Alta Complexidade (CGMAC). “Esta portaria tem importância estratégica ao reconhecer os pacientes com doenças raras com um grupo importante, prevendo atenção integral e instituindo a necessidade da presença de um geneticista nos centros que tratam estas enfermidades, além do aconeselhamento genético”, acrescenta.

Avanços e perspectivas – Madga Sampaio destaca que os grandes progressos da genética molecular têm permitido a identificação das mutações gênicas que causam muitas dessas enfermidades. “Com isso, o aconselhamento genético, fundamental para a prevenção do aparecimento de novos casos, pode ser feito de forma mais segura”, afirma.

A professora, que também é presidente do Conselho Diretor do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC FMUSP), aponta que, em determinadas doenças, a identificação de portadores de mutações pode ser importante.

Por outro lado, em algumas doenças, o avanço da genética já tem permitido a terapia gênica, na qual se insere o gene “sadio” no DNA do paciente portador de determinadas mutações, em especial quando se trata de doenças ligadas ao cromossoma X. “Algumas imunodeficiências primárias constituem exemplo de boas perspectivas de terapia gênica, com resultados bem sucedidos para algumas formas de imunodeficiência combinada grave”, conclui.

O diagnóstico precoce e preciso, a qualificação de profissionais, a existência de infraestrutura adequada e o acesso garantido a medicamentos e tratamentos seguros são alguns dos caminhos que podem contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes com doenças que, em alguns casos, não são mais tão raras e demandam políticas específicas de atenção, prevenção e promoção da saúde.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Saiba quais são as recomendações para manter o sorriso bonito e saudável

A advogada Aparecida Carvalho usa prótese dentária há mais de cinco anos. Para manter o sorriso bonito e saudável, ela conta que toma alguns cuidados.”É muito importante, inclusive a prótese móvel é mais fácil, a higienização fica até melhor. Limpar bem dos dois lados, lavar. A pessoa às vezes fica até com mau hálito conforme os cuidados que a pessoa tem. Quando eu estou num lugar que eu não posso escovar o dente, eu tiro e lavo e torno colocar. Eu não sei comer e ficar sem lavar. A higienização é muito importante”.

post-A-importancia-de-um-sorriso-saudavel-02

De acordo com o coordenador de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Gilberto Pucca, Aparecida está certa em se preocupar com a higiene da prótese dentária. “É importante que essa prótese seja higienizada com regularidade e é uma higienização absolutamente simples com água e escova resolve o problema. No caso da prótese parcial removível, que a higienização seja feita nos dentes que ainda estão na boca. Esses cuidados são fundamentais para a durabilidade dessa prótese segundo para que ela não seja um fator de algum tipo de problema que pode ser provocado por um problema resistente nessas peças”.

O coordenador de Saúde Bucal, Gilberto Pucca, destaca ainda que as pessoas com prótese dentária podem desenvolver problemas na mastigação e outras complicações se não usarem a prótese corretamente. “Essa má adaptação da prótese pode ficar machucando aquele tecido de suporte da boca, a mucosa, pode levar a problemas mastigatórios. Se a prótese estiver ou mal adaptada e mal também higienizada ela também pode ser um fator de mau hálito. É importante que as pessoas saibam disso. Não é o fator de não ter dentes que automaticamente a pessoa vai deixar de ter mau hálito. Não se acostumem com algum tipo de incômodo. Ao menor sinal de incômodo nos orientamos para que essa pessoa procure orientação de um cirurgião dentista”.

O programa Brasil Sorridente do Governo Federal oferece à população tratamento odontológico básico gratuito como aplicação de flúor, tratamento de canal, cirurgias, ortodontia, além dos implantes de próteses dentárias.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Infecção do Trato Urinário

A correria da rotina te faz esquecer de urinar ao longo dia? Então fique atento! O esvaziamento periódico da bexiga é uma defesa do corpo e reter a urina por longos períodos pode causar infecção do trato urinário (ITU).

221

O sistema urinário é composto pelos rins, ureteres, a bexiga e a uretra, responsáveis pela filtragem e eliminação de substâncias nocivas ao organismo. A urina é filtrada pelos rins e segue pelos ureteres, sendo armazenada na bexiga. Para ser expelida, ela percorre o canal chamado uretra.

A ITU ocorre com a invasão de bactérias, comumente a Escherichia Coli, mas outros microorganismos podem causar o quadro, que atinge o trato urinário inferior (cistite e uretrite ou vulvonaginite) e superior, os rins e a pelve renal (pielonefrites).

De acordo com o médico Antônio Claudio Cunha, responsável técnico do serviço de urologia do Hospital Federal de Ipanema, no Rio de Janeiro, quando identificada alguma alteração na urina, como ardência, coloração escura e maior frequência de idas ao banheiro com pouca urina, é necessário buscar ajuda médica de forma imediata. “O importante é cuidar do quadro, procurar um médico, porque a infecção pode começar pelo trato inferior e subir para os rins, tornando-se uma infecção grave”, esclarece.

Alguns fatores podem facilitar a presença de bactérias e, consequentemente, quadros de infecção. Nos homens, a uretra tem de 15 a 20 cm, enquanto nas mulheres varia de 4 a 5 cm de comprimento, sendo este um dos motivos para maior incidência de infecção urinária em pessoas do sexo feminino. As bactérias rapidamente alcançam a bexiga, sendo comuns os casos de repetição, em que a infecção ocorre com frequência em algumas mulheres. Para os homens, a higiene peniana inadequada, principalmente em não circuncidados, pode resultar em infecções. É preciso estar atento às práticas sexuais que exponham o canal urinário ao conteúdo fecal. Após as relações sexuais é indicado urinar e realizar a higiene do órgão genital. O consumo adequado de líquidos também é um importante fator de prevenção do quadro infeccioso. “É preciso fazer os procedimentos normais de higiene no dia a dia. Lavar-se após evacuar, beber bastante líquido e urinar regularmente para limpar a uretra”, explica o urologista Antônio Claudio Cunha.

Durante a gravidez, alterações na pelve, hormonais e imunológicas levam mulheres grávidas a terem maior predisposição à infecção do que uma mulher não grávida. Outros grupos também estão mais suscetíveis ao quadro, como pessoas com problemas na bexiga, dificuldade para urinar, baixa imunidade, disfunção ou incontinência urinária e outros fatores.

Em casos de desconfiança de infecção do trato urinário, busque um profissional de saúde, pois somente ele pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. Estas informações possuem apenas caráter educativo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br


Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 772 outros assinantes

Calendário

março 2015
S T Q Q S S D
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  

Arquivos

Estatísticas do Blog

  • 1.076.184 hits

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora