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Lavar as mãos: um dos melhores remédios contra infecção hospitalar

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Um gesto simples e que pode salvar vidas. Lavar as mãos é considerado um dos meios mais eficientes para evitar a transmissão de micro-organismos que podem causar infecções em usuários de unidades de saúde. O tema ganha destaque nesta quinta-feira (15/5) — Dia do Controle à Infecção Hospitalar, que acontece dez dias depois do Dia Mundial da Higienização das Mãos (5/5). No Estado do Rio, o trabalho de prevenção às doenças adquiridas em hospitais envolve 75 profissionais que fazem parte da Comissão de Controle da Infecção Hospitalar e também é realizado de forma pioneira por 40 médicos e enfermeiros nas 27 Unidades de Pronto-Atendimento estaduais (UPAs).

Com a intenção de chamar a atenção para o controle da infecção hospitalar e da importância da limpeza das mãos, a Subsecretaria de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde (SES) promove uma atividade de higienização das mãos, na terça-feira, 28 de maio, no saguão do prédio da Rua México, 128. Quem circular pelo prédio — que também é sede da SES — terá a oportunidade de aprender a lavar as mãos de forma correta. Infecção hospitalar ainda é um tema que desafia profissionais de saúde do mundo inteiro, inclusive em países desenvolvidos. No Brasil, hospitais públicos e privados têm que obrigatoriamente contar com uma Comissão de Controle à Infecção Hospitalar — conforme Portaria 2.616/98 do Ministério da Saúde. Embora seja uma unidade de atendimento pré-hospitalar, as UPAs também desenvolvem ações de prevenção a infecções de forma pioneira, desde 2009.

A infecção hospitalar acontece quando um micro-organismo entra no corpo humano e se multiplica. Como nos hospitais são realizados procedimentos invasivos, — cirurgias e tratamento de fraturas, por exemplo — a possibilidade de penetração desses seres invisíveis no corpo é maior. Tanto nas unidades de pronto-atendimento quanto nos hospitais, o trabalho envolve o controle da higienização das mãos com água e sabão ou álcool, da limpeza do ambiente, dos materiais utilizados pelos pacientes e da qualidade dos produtos e das rotinas realizadas.

— A maioria das infecções acontece no manuseio do paciente. Por isso, é muito importante que todo profissional de saúde lave as mãos antes e depois do atendimento — diz Sibelle Nogueira Buonora, assessora técnica da Superintendência de Unidades Próprias, responsável pelo trabalho de prevenção à infecção hospitalar nas UPAs estaduais.

Nas UPAs, enfermeiros encarregados do controle verificam se a higienização das mãos está sendo feita de forma correta, se os equipamentos de proteção individual, como máscara, luva e o capote, estão sendo utilizados pelos profissionais e recebem treinamento para saber como atuar em caso de epidemia, entre outros procedimentos. Em hospitais, onde os atendimentos são mais complexos, há também a checagem dos exames de pacientes que usam antibióticos, para prevenir a geração de germes resistentes, cuidados com feridas operatórias e desinfecção do leito antes do uso de outros pacientes. Sapinho, sarna e contaminações que causam diarreia são exemplos das doenças causadas por infecção hospitalar.

O Dia do Controle à Infecção Hospitalar foi instituído pela Lei 11.723, de junho de 2008. A data foi escolhida em homenagem ao médico húngaro Ignaz Philipp Semmelweis, que em 15 de maio de 1847, tornou o ato obrigatório a todos que entrassem na enfermaria do Hospital de Viena, que apresentava altas taxas de mortalidade por infecção pós-parto.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.saude.rj.gov.br/

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Infecção hospitalar mata 100 mil pessoas em média no Brasil por ano

Risco iminente de todos os que precisam passar por algum procedimento hospitalar, as infecções, causadas por fungos, bactérias ou vírus, ainda são realidade nas unidades de saúde brasileiras.

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De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), infecções hospitalares atingem cerca de 14% dos pacientes internados, além de ser responsável por mais de 100 mil mortes no Brasil todos os anos.

Para o vice-presidente do Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado da Bahia (Sindhosba), Eduardo Olivaes, os números são alarmantes, mas podem ser considerados imprecisos, diante da impossibilidade de se detectar a origem da contaminação.

“É difícil saber se a infecção ocorreu após algum procedimento no hospital ou se foi causada pelo próprio quadro clínico do paciente”, explicou, lembrando que o quadro de infecções nos hospitais brasileiros já foi maior e que este é um problema frequente em todo o mundo.

Quanto maior o tempo de permanência nas unidades de saúde, maiores serão os riscos de contaminação, principalmente em hospitais que tratam de doenças crônicas, por pacientes tratados em Unidades de Terapia Intensiva e nas enfermarias.

“Os protocolos de prevenção e controle seguidos pelos hospitais brasileiros são definidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. São procedimentos que valem para todos os hospitais, mas existem unidades que conseguem ser mais eficientes no controle do que outras”, continuou, destacando que a falta de investimentos no setor e o quadro reduzido de funcionários podem atrapalhar o controle destas doenças.

De acordo com a infectologista, Aline Abreu, as infecções mais comuns são a urinária e a do trato respiratório, ocorrendo, geralmente, após cirurgias. “Algumas infecções estão associadas aos procedimentos necessários aos pacientes, como acessos venosos, ventilação mecânica e cirurgias”, explicou a especialista.

Embora possa ocorrer em qualquer paciente, idosos, portadores de problemas neurológicos e pessoas com imunidade reduzida são mais propensos a apresentar o problema.

Ainda segundo ela, até pessoas que não tenham passado por algum procedimento médico pode adquirir algum tipo de infecção nos

hospitais. “A flora bacteriana que povoa é compatível com o meio ambiente que frequentamos. Assim, se frequentamos muito ambiente de cuidados com a saúde e estamos com equilibro prejudicado, como imunidade baixa, aumenta-se a chance de ter infecção por microorganismos hospitalares”, revelou a especialista.

O simples ato de lavar as mãos reduz em cerca de 70% o risco de contaminação nos hospitais. Elevar a cabeceira da cama, estimular o paciente a andar, também podem ajudar a prevenir alguns problemas, afirmam os especialistas. Se não diagnosticada, a infecção hospitalar pode evoluir para uma infecção generalizada, como também é chamada a Sepse, reação inflamatória do organismo infectado.

Latino-Americano de Sepse (ILAS) apontam que em algumas regiões do país, o índice de mortalidade por sepse chega a 70%. Em 2013, 240 mil pessoas morreram nas UTIs brasileiras após terem seus quadros de infecção agravados.

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Entenda o que é e como evitar a Infecção Hospitalar

Estar internado em um hospital pode dar uma sensação de segurança ao paciente. Em tese, lá, ele está cercado de profissionais preparados para atendê-lo e ajudar em sua recuperação. Porém, um hospital é um lugar cheio de agentes invisíveis como bactérias, vírus e fungos que podem complicar o processo de cura. Elas causam infecções que podem atingir diversas partes do corpo, como o aparelho respiratório, urinário ou digestivo, especialmente em pacientes que já se encontram debilitados imunologicamente.

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Esse tipo de  doença adquirida durante a hospitalização é conhecida como infecção hospitalar e pode até levar o paciente à morte. Embora no Brasil não existam números e estatísticas consolidados, esse é um problema mais comum do que se pensa.

As infecções hospitalares podem ser contraídas em praticamente todas as entidades de assistência à saúde, podem ser transferidas entre as organizações ou introduzidas pela comunidade nas instalações hospitalares. Entre os sinais e sintomas que decorrem da multiplicação desses organismos no corpo, estão febre, dor no local afetado e debilidade. O diagnóstico definitivo é feito por meio de exames laboratoriais.

Pessoas que passaram por procedimentos invasivos como cirurgias, cateterismo, exames radiológicos com utilização de contraste, retirada de pequenas lesões de pele, retirada de nódulos de mama e entubação podem estar sujeitas a contrair infecção. Também correm risco maior crianças e idosos, portadores de diabetes, pacientes com o sistema imunológico deprimido ou que usaram antibióticos durante um longo período.

Ocorre que os antibióticos usados em diversos tratamentos, ou mesmo quimioterápicos, acabam por eliminar também os micro-organismos que são benéficos para as pessoas, como os da flora intestinal, por exemplo. Isso deixa o corpo sem muitas das suas defesas e  libera o terreno para a proliferação de micróbios nocivos. Estes, que sobrevivem aos medicamentos cada vez mais fortes, são também os mais resistentes. Isso dificulta o tratamento, que dura de 14 a 30 dias, pois restam poucos antibióticos que podem eliminá-los.

Muitas vezes esses micro-organismos são levados ao paciente por visitas que podem estar gripadas ou portadoras de alguma infecção pouco grave, como um furúnculo ou diarreia. Isso representa um grande risco para o paciente hospitalizado. E mesmo que essa visita ou acompanhante não esteja doente, suas mãos estão cheias de germes que podem causar uma infecção.

“Também é importante não tossir, espirrar, sentar na cama dos pacientes ou realizar atividades cotidianas como comer, beber, fumar, aplicar cosméticos, usar pomadas labiais ou manusear lentes de contato em áreas com potencial de exposição ao sangue ou a fluidos corporais.

Para evitar as infecções hospitalares, visitantes e acompanhantes precisam lavar bem as mãos com água e sabão, ou usar álcool gel, para não servirem de veículos para a contaminação. Essa é uma adotada desde o século XIX, a partir dos estudos de Semmelweiss, considerado o pai do controle das infecções hospitalares. Infelizmente, esse hábito de higiene continua a ser negligenciado.

Também é importante não tossir, espirrar, sentar na cama dos pacientes ou realizar atividades cotidianas como comer, beber, fumar, aplicar cosméticos, usar pomadas labiais ou manusear lentes de contato em áreas com potencial de exposição ao sangue ou a fluidos corporais. Para os profissionais, médicos, enfermeiros e técnicos, que vão ter contato com os doentes, são recomendados hábitos como o uso de luvas, para evitar contato com fluidos corporais, com mucosas, objetos e dispositivos contaminados. É preciso também usar máscara facial, óculos de proteção e aventais.

Então, todo mínimo cuidado é muito importante!

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Vista cansada atinge principalmente usuários de computador

A maioria das pessoas hoje passa muito tempo usando o computador, seja nas horas de navegação em casa ou no escritório. Por conta disso, é comum que surjam queixas como dor de cabeça, olhos cansados, olhos secos e visão embaçada, que são sintomas associados ao que os oftalmologistas chamam de “Síndrome da Visão de Computador”, porém, do ponto de vista científico, esse diagnóstico não existe. Na verdade, o uso do computador leva ao cansaço da visão, da mesma forma que a leitura prolongada de um livro.

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O cansaço é uma reação natural dos olhos à tensão a que são submetidos, já que o usuário precisa forçá-los constantemente para conseguir foco e enxergar imagens bem definidas a partir de pontos minúsculos do computador chamados pixels. Juntamente com a tendinite, causada pela repetição de movimentos do mouse e no teclado, a Síndrome da Visão de Computador é uma das características da força de trabalho moderna.

Agravantes do problema

O ambiente e as condições de trabalho – ar-condicionado muito forte e luz inadequada, por exemplo – influem de maneira significativa nas alterações do filme lacrimal – uma película de lágrima que fica sobre a córnea, responsável pela manutenção da umidade dos olhos, indispensável para uma boa visão. A Síndrome do Olho Seco está diretamente relacionada à variação no número de piscadas durante o período de uso. O número normal de piscadas de um indivíduo está entre 15 a 20 piscadas por segundo, mas cai de 10% a 30% durante o trabalho.

Essa diferença no número de piscadas é uma das causas para o ressecamento da superfície ocular. Um portador da síndrome do olho seco pode ter esse diagnóstico piorado por conta do uso excessivo do computador.

Piscar é fundamental, pois faz a troca do filme lacrimal. A medicina recomenda uma pausa de pelo menos 10 minutos a cada hora trabalhada, para que o profissional relaxe e volte a piscar normalmente.

Os sintomas da fadiga visual também costumam aparecer em pessoas que ficam muitas horas jogando vídeo game e em pessoas que necessitam de óculos em atividades que exigem esforço visual, mas que acabam não usando. É recomendável piscar mais os olhos também quando se assiste a um filme no cinema ou na TV.

Além dos sintomas de olho seco, as longas horas diante do monitor provocam o cansaço da visão, cientificamente conhecido como astenopia. Já o foco prolongado, resultado de muito tempo em frente ao computador trabalhando com imagens ou coisas que necessitem um olhar mais apurado, causa sintomas como dor-de-cabeça frontal, episódios de embaçamento e desconforto visual.

A posição do monitor também pode afetar a exposição do olho. O ideal é que o monitor fique um pouco abaixo da linha dos olhos, forçando as pálpebras superiores a diminuir a área de exposição.

Como amenizar os efeitos

Os efeitos do uso do computador sobre a visão já estão tão presentes que foi criada uma área da ciência multidisciplinar para estudá-los, e seu nome é Ergoftalmologia. O objetivo é propor um melhor relacionamento entre a visão e o trabalho. No dia-a-dia, entretanto, bom senso e algumas medidas simples podem poupar os olhos de quem passa horas diante da tela do computador. Veja as recomendações da equipe de Oftalmologia do IMO (Instituto de Moléstias Oculares):

– Um bom começo é diagnosticar as causas para a Síndrome da Visão de Computador e eliminá-las do local de trabalho;

-Portadores da Síndrome do Olho Seco não devem esquecer das lágrimas artificiais, que ajudam a manter os olhos lubrificados durante o dia;

-Quem tem desconforto visual ou dor de cabeça deve fazer pausas durante o período de utilização do computador, olhando para um ponto no horizonte que esteja a uma distância de pelo menos 6 metros. Essa medida proporciona o relaxamento do músculo;

  • É preciso evitar ventiladores ou ar condicionado direto sobre o rosto quando se está no computador
  • É recomendável o uso de proteção de tela para controlar a luminosidade
  • A posição da máquina deve estar à altura ou um pouco abaixo da linha dos olhos, nunca acima. Caso o equipamento fique acima dos olhos, ocorre um aumento da fenda palpebral, o que, além de evaporar a lágrima mais rapidamente, causa uma exposição maior dos olhos
  • Para aqueles que utilizam lentes de contato e trabalham com computador em ambientes com ar condicionado, é necessário fazer uso de colírio lubrificante para amenizar os sintomas da fadiga visual
  • O usuário de computador deve fazer consultas oftalmológicas periodicamente e evitar a automedicação para resolver o mal estar causado pela vista cansada.
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Como manter os seus olhos saudáveis

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Os nossos olhos são a janela para um mundo de cor vibrante. Permitem-nos desfrutar da maravilha do sorriso de uma criança, do fascínio do mundo artístico e da beleza indescritível do nosso planeta. No que diz respeito a tamanho, fiabilidade, desempenho óptico, adaptação a mudanças das condições de luz, consumo de energia e sustentabilidade, os nossos olhos suplantam mesmo a melhor e mais moderna câmara. Assim, está implícito que devemos prestar atenção particular aos nossos olhos. De seguida, encontra-se um resumo das coisas mais importantes a fazer e a não fazer:

Exames de prevenção

Desde o nascimento, deve ser prestada atenção particular aos nossos olhos. Isto é particularmente pertinente para bebés prematuros e crianças  cujos parentes sofram de estrabismo ou ametropia. Todas as crianças devem ser examinadas por um oftalmologista quando tiverem entre 6 e 12 meses e, também, entre 30 e 42 meses. As crianças que necessitem de usar óculos devem continuar a efetuar exames regulares.

Os utilizadores de estrada motorizada devem efetuar exames anuais para controlar a sua acuidade visual, campo de visão, visão escotópica e de cores, como, também, a respectiva sensibilidade a luz intensa.
Para a maioria das pessoas, é importante efetuar exames regularmente para detectar glaucoma a partir dos 40 anos; para pacientes de risco elevado, o mesmo aplica-se a partir dos 20 anos. De preferência, estes testes devem ser efetuados de dois em dois anos. A partir dos 55 anos, deve-se examinar regularmente a existência de mácula, idealmente, uma vez por ano, para garantir um diagnóstico antecipado de qualquer degeneração macular relacionada com a idade (DMRI). Os fumadores ou as pessoas que passam muito tempo ao sol correm um maior risco, nesta situação.

Proteção UV

Qualquer pessoa que passe muito tempo ao sol, sem proteção adequada, corre o risco de sofrer queimaduras solares; atualmente, toda a gente sabe isso. Porém, há uma coisa que muitas pessoas não sabem: a córnea do seu olho também pode sofrer queimaduras solares, resultando na «cegueira da neve» ou «queimadura súbita». Se isto ocorrer, as terminações nervosas da córnea ficam expostas. Os sintomas incluem dores graves, sensibilidade extrema à luz, queimaduras, olhos lacrimejantes e vermelhos. Ocasionalmente, pode originar deficiências na visão. A longo prazo, a exposição a UV pode originar o engrossamento da conjuntiva e cataratas, tal como um maior risco de degeneração da mácula. É, assim, importante usar óculos de sol que filtrem, otimamente, a luz UV. Idealmente, os óculos de sol devem ter uma proteção UVA/UVB mínima de 400 UV. Isto garante que os óculos de sol bloquearão todos os raios de luz nocivos no campo dos ultravioleta. Sugestão: as lentes oculares maiores são melhores do que as lentes mais pequenas. Estas últimas permitem a passagem de luz por cima e pelos lados da armação. Os óculos de sol são uma necessidade absoluta quando conduz um cabriolé conduzir um cabriolé, andar de patins ou de bicicleta.

Ar fresco

Este bem essencial não é apenas benéfico para os pulmões, coração e vasos sanguíneos. As córneas dos seus olhos também obtêm oxigênio diretamente do ar. A razão para isto? Não têm uma fonte de oxigênio própria. Qualquer pessoa que tenha de permanecer sentada numa sala cheia de fumo e abafada deve, frequentemente, aliviar olhos ao apanhar ar fresco. Em acréscimo, os utilizadores permanentes de lentes de contacto devem ter um «dia de óculos», de vez em quando, para darem descanso aos olhos.

Computador

Os estudos finalmente conseguiram prová-lo de modo explícito: períodos intensos passados a trabalhar no computador e a olhar fixamente para um ecrã de computador fazem com que os nossos olhos fiquem muito secos, pois pestanejamos com muito menos frequência. É, assim, importante dar, regularmente, um intervalo aos seus olhos do ecrã quando trabalha num computador. Olhe para fora do ecrã e para algo ao longe, feche e abra os seus olhos, ocasionalmente, e esforce-se por pestanejar. Yoga visual – consulte as nossas sugestões de exercício visual – também pode ser relaxante para os seus olhos. Todas estas sugestões ajudarão a distribuir, de maneira ideal, a película protetora lubrificante do olho.

Higiene

Os olhos fazem parte do seu corpo; isso é óbvio. Porém, também significa que deve sempre tentar lavar as mãos antes de tocar ou esfregar os olhos.

Cosmética

Qualquer pessoa que goste de usar maquilhagem nos olhos apenas deve usar produtos que sejam testados ao nível de alergias e que não tenham conservantes. Os produtos que irritam os olhos fazem-no ao atacar a película protetora lubrificante do olho na córnea. À noite, é importante lembrar-se de retirar o rímel, eyeliner e sombra das suas pestanas e pálpebras.

Cremes para os olhos

Qualquer pessoa que use cremes para os olhos deve, primeiro, aconselhar-se bastante, pois os produtos não devem conter quaisquer óleos para espalhar. Estes óleos podem romper a película lacrimal e originar alergias. Evite aplicar cremes faciais diretamente na área em redor dos seus olhos.

Partículas estranhas

As partículas estranhas podem danificar a sensibilidade da córnea e causar a inflamação do olho interno. Mas tenha cuidado: se uma partícula estranha perfurar a córnea, esta perfuração fecha-se sozinha. O dano já não pode ser visto exteriormente. Porém, se esfregar o seu olho nestas condições, pode originar pequenas lesões e abrasões, pelo que é imperativo que consulte um oftalmologista. Se necessário, o seu oftalmologista retirará a partícula estranha e receitará uma medicação para aliviar a inflamação e a dor.

Queimaduras químicas

Corrosões são, frequentemente, causadas por ácidos ou soluções alcalinas, encontradas no calcário ou produtos de limpeza doméstica. A membrana ocular ou a córnea podem ser lesadas diretamente. O olho deve ser imediatamente lavado, para se retirar as substâncias com a lavagem ou diluí-las. Caso não haja solução aquosa esterilizada ao alcance, lavar preferencialmente com água mineral ou da torneira. Em seguida, procurar um oftalmologista imediatamente!

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Usar o computador em um ambiente claro protege a Visão

O computador faz parte do dia a dia da maioria das pessoas, seja para trabalhar, estudar ou até mesmo por lazer.

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Porém, o mau uso desse aparelho pode prejudicar principalmente os olhos e, por isso, é preciso tomar alguns cuidados. Uma dica importante é optar por ambientes mais claros e com a luz mais difusa na hora de se conectar para agredir menos os olhos e proteger a visão, como explicou o oftalmologista Samir Bechara.

Isso acontece porque a claridade faz a pupila se fechar e ficar mais protegida, melhorando a visibilidade. Além disso, com o ambiente todo iluminado, a luz direcional do computador se torna menos agressiva – manter janelas abertas e luzes acesas são algumas medidas que ajudam a criar esse espaço, por exemplo. No entanto, o oftalmologista Emerson Castro alerta para os focos de luz que não devem estar virados diretamente aos olhos, assim como os aparelhos de ar-condicionado ou ventiladores.

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Entre os problemas que o uso do computador pode causar, está o olho seco. Porém, o alerta vai para o uso de colírio, que deve ser apenas o de lágrima artificial indicado pelo médico. O uso de colírios sem orientação pode até piorar o problema e, por isso, é bom evitar a automedicação.

Os médicos alertaram também para os cuidados com a visão das crianças. Segundo eles, o quanto antes for detectado o problema, melhor – isso porque a visão se desenvolve 90% nos dois primeiros anos de vida, época em que a criança aprende a fixar, movimentar e perceber a profundidade através dos olhos. Qualquer alteração não corrigida nessa fase pode trazer prejuízos para a visão no futuro.

Por isso, os bebês devem passar pelo teste do olhinho logo ao nascer e, quando crescem, devem fazer avaliações oftalmológicas frequentemente.

Caso seja detectado que um dos olhos não funciona direito, é importante iniciar rapidamente o tratamento que, na maioria das vezes, é feito com o uso dos tampões. Eles podem ajudar, inclusive, no estrabismo na infância.

Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade

O psiquiatra Daniel Barros também esteve no Bem Estar para comentar sobre o TDAH, transtorno que se torna um obstáculo para as atividades do dia a dia. Quem tem esse problema fica distraído por qualquer coisa e esquece rapidamente de coisas importantes. Além disso, o médico explicou que a pessoa fica também muito impulsiva e tem dificuldade de planejar tarefas.

Porém, o diagnóstico desse transtorno não é fácil e exige uma avaliação com uma equipe de profissionais, como médicos, psicólogos e até professores, no caso das crianças. O tratamento, além dos remédios, inclui também técnicas específicas para melhorar a concentração e também diminuir o estresse.

No caso dos menores, é preciso investigar primeiro se eles têm também problemas visuais, de respiração, sono ou deficiência de nutrientes já que tudo isso pode contribuir para esse comportamento inadequado e fazer os pais confundirem o quadro com o TDAH. Por outro lado, a criança também pode ter realmente o TDAH e esses problemas associados, o que piora o prognóstico.

Abaixo, há um teste que pode funcionar apenas como um alerta para identificar os primeiros sintomas do problema, mas que não substitui a consulta com um especialista e não funciona como diagnóstico.

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Cuidados simples podem prevenir doenças oculares

A conjuntivite é uma das doenças que mais acometem os olhos. Porém, se a pessoa tiver uma boa conduta com o órgão da visão diariamente, há uma grande chance de evitar ou transmitir este tipo de enfermidade, que inflama a conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Não usar objetos comuns, ter a própria toalha de rosto, usar lenço de papel, não levar as mãos aos olhos, manter as mãos higienizadas, podem impedir que a pessoa dissemine a infecção ocular.

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Existem várias formas de conjuntivite, e, geralmente, são altamente contagiosas. Os sintomas são coceira, irritação, dor, fotofobia, mal-estar e, às vezes, até febre. As principais causas de conjuntivites são as bactérias, fungos, vírus e reações alérgicas. “Nas conjuntivites virais, praticamente todos os tipos são contagiosos”, alerta o especialista em oftalmologia e professor da Faculdade de Medicina da Pontíficia Universidade Católica (PUC-Sorocaba), João de Campos Aguiar Filho. 

Há as que acontecem normalmente em municípios mais ligados à produção rural, onde o pólen das plantas circula livremente e atinge as pessoas sensíveis. Porém, os casos alérgicos são mais variados, porque há como ter alergia sem saber, como por animais domésticos e maquiagem. 

De acordo com Aguiar Filho, as alternativas a fim de curar o olho são enormes. “Leite de mulher, água do sereno, vale do não sei o que; parece brincadeira, mas é verdade. No leite realmente há anticorpos, mas não o suficiente.” Cada conjuntivite tem o tratamento adequado, de acordo com sua natureza. Nas bacterianas são utilizados colírios antibióticos. Já com os virais esses antibióticos não funcionam. “É muito comum ir à farmácia e pegar este colírio antibiótico. Às vezes, é caro e não tem ação nenhuma”, explica. Segundo o médico, o tratamento do viral é lavar os olhos com frequência com água ou soro fisiológico e também utilizar colírios mais simples. Na alérgica, é preciso evitar entrar em contato com a substância causadora da alergia.

A frequência com que se deve ir ao oftalmologista é uma vez por ano, de acordo com Aguiar Filho. Porém, no Brasil, é raro ver pessoas seguindo esse cronograma. Então, pelo menos a cada cinco anos já é interessante. “As causas mais comuns de cegueira estão relacionadas com vários assuntos, como a catarata não operada, que é uma cirurgia simples.” Ou seja, exames rotineiros podem evitar diversas enfermidades.

Outros problemas

Para o estrabismo existem oftalmologistas que cuidam apenas da motricidade ocular. “”Quando olhamos a uma distância superior a 5 metros, os olhos devem estar paralelos. O movimento é feito por músculos que atuam em conjunto, contudo, quando há desequilíbrio, ocorre o estrabismo. Deve ser corrigido por correção ótica ou até mesmo cirurgia”, elucida. 

De acordo com o médico, é comum encontrar pessoas com olho vermelho com hemorragia subconjuntival. “Ficam altamente apreensivas, porque o olho está vermelho. Porém, é mais feio do que grave.” A atenção deve focar na hemorragia interna do olho, que não se vê, mas perde a visão. Portanto, o exame de rotina é essencial – que verifica se há hemorragia.

Já a “viuvinha” é uma inflamação da raiz dos cílios. A pálpebra fica ligeiramente inflamada, com coceira e ardência. Outra que acomete os olhos é a retenção da secreção sebácea dentro das glândulas do interior da pálpebra. “Esta não tem problema, a não ser quando cresce e passa a incomodar.” 

É preciso também ter cuidado com algum corpo estranho que invada a córnea. “Se o trabalhador teimar em não usar os óculos de segurança recomendados. Assim, os olhos podem ser atingidos por faíscas, fagulhas. O corpo estranho mergulha na córnea, fica preso e necessita de intervenção cirúrgica.”

A lágrima limpa e protege o olho das substâncias estranhas ou micro-organismos. A falta de vitamina A no organismo pode fazer com que o olho fique seco, assim produzindo pouca lágrima (ou não tenha). Assim, recomenda-se os colírios lubrificantes e o soro fisiológico. 

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Dicas simples de como cuidar melhor da saúde visual

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No dia 7 de maio é comemorado o Dia do Oftalmologista e para lembrar a data a oftalmologista Dra. Roberta Abdulmassih do HCO, deixa algumas orientações de como cuidar melhor da saúde visual. “São dicas simples, mas que fazem a diferença. Ter atenção com a saúde dos olhos pode prevenir o desenvolvimento de muitas patologias”, diz a especialista.

• Qual a importância do uso dos óculos escuros?

Os óculos escuros oferecem uma proteção contra a radiação ultra violeta do sol.
Esta radiação está relacionada com o desenvolvimento de várias patologias oculares, dentre elas, o pterígeo que é uma película que cresce no branco do olho, em direção à córnea, a catarata que é a opacificação do cristalino, lente natural do olho e a degeneração macular relacionada à idade que é uma doença do envelhecimento, complexa e séria da corioretina, na região macular que pode levar a uma baixa visual severa.

• Ter uma alimentação saudável e equilibrada colabora com a saúde dos olhos?

Sim. Ter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos e não fumar é bom também para a saúde ocular.

A ingestão de alimentos ricos em ômega 3 está relacionada a uma menor incidência da degeneração macular relacionada à idade e também colabora no tratamento do olho seco.
O pigmento amarelo que é encontrado no milho verde e na gema do ovo também é importante para a região macular e é usado no tratamento desta degeneração, assim como o beta caroteno encontrado nos vegetais folhosos de cor escura.

A degeneração macular relacionada à idade tem menor prevalência em indivíduos que tem hábitos saudáveis, praticam exercício físico, não são obesos, não são hipertensos ou controlam a hipertensão, não fumam e adotam hábitos saudáveis como a ingestão regular de peixes e verduras.

• Os olhos também precisam de descanso. Qual a necessidade do repouso ocular, principalmente para quem trabalha com computadores ou para crianças que usam frequentemente jogos eletrônicos?

Com relação ao uso de computadores e jogos eletrônicos, o recomendado é 10 minutos de descanso para cada 1 hora de uso, com o objetivo de evitar sintomas como cansaço ou fadiga. Mas o uso destes aparelhos sem o descanso não causa lesões oculares.

• O cuidado com a visão deve ser mantido em todas as fases de nossa vida, mas existem alguns cuidados especiais para crianças e adultos com mais de 40 anos?

Sim. Toda criança deve consultar o oftalmologista ao nascer para fazer o teste do olhinho e anualmente até os 7 anos para propiciar o desenvolvimento adequado da visão, prevenindo um quadro grave de olho fraco, a ambliopia, por falta de estímulo da visão na infância.

Após os 40 anos de idade, algumas doenças tem maior incidência e o exame propicia o diagnóstico e o tratamento. São elas a catarata, o glaucoma e a degeneração macular relacionada à idade.

A catarata é a maior causa de cegueira no num do e seu tratamento restituiu completamente a visão.

O Glaucoma provoca uma perda de visão irreversível e, portanto o diagnóstico precoce é fundamental para preservação da visão.

A degeneração macular relacionada à idade apresenta formas variadas da doença, mas em todas elas o acompanhamento e tratamento são fundamentais para a preservação da visão.

• Pessoas que usam lentes de contato devem ter um cuidado redobrado com a higiene. Quais os riscos do uso de lentes de contato, se não manuseadas de forma correta?

Felizmente as complicações sérias com o uso de lentes de contato são raras, mas ocorrem.

O oftalmologista é o único profissional adequado para orientar os cuidados e manuseios da lente de contato.

Vale ressaltar no entanto que elas requerem o uso de produtos específicos e não podem tomar contato com água de torneira.

Deve se evitar de dormir com as lentes de contato e ao causarem irritação devem ser retiradas. Caso persista a irritação, deve-se consultar o oftalmologista

• Deixe uma dica final ou orientação geral para as pessoas.

Cuide de sua visão, tenha hábitos saudáveis e visite seu oftalmologista anualmente.

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Qual é o significado de “Qualidade de vida no trabalho”?

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Qualidade de vida no trabalho refere-se ao nível de felicidade ou insatisfação com a própria carreira. Diz-se que, aqueles que gostam das suas carreiras, têm uma alta qualidade de vida no trabalho, enquanto aqueles que são infelizes ou cujas necessidades não são preenchidas, de alguma forma, são considerados com uma baixa qualidade de vida no trabalho.

Definição

A qualidade de vida é definida como o nível de prazer na vida de uma pessoa. Em geral, ela é baseada em vários fatores. No mínimo, as necessidades básicas de uma pessoa devem ser atendidas para que elas tenham uma elevada qualidade de vida – elas devem estar saudáveis, ter o suficiente para comer e um lugar para morar. Uma vez que essas necessidades são atendidas, a qualidade de vida de uma pessoa é determinada pela sua própria personalidade, seus desejos e seu nível de realização pessoal. Uma pessoa com uma elevada qualidade de vida tende a se sentir como se todos os seus desejos e necessidades tivessem sido alcançados. Elas, normalmente, são felizes e em geral sentem-se como se sua vida fosse boa. Uma pessoa sem qualidade de vida é deficiente em uma ou várias áreas básicas de sua vida. Por exemplo, os doentes, aqueles que já não são capazes de cuidar de si mesmos ou fazer atividades que gostam por causa de restrições físicas, mentais ou financeiras são, frequentemente, considerados com baixa qualidade de vida.

Aplicação ao local de trabalho

A qualidade de vida no trabalho está especificamente relacionada ao nível de felicidade que deriva da carreira de uma pessoa. Cada pessoa tem necessidades diferentes quando se trata de suas carreiras e o nível da sua qualidade de vida no trabalho é determinado pelo atendimento dessas necessidades. Enquanto algumas pessoas podem se contentar com um simples emprego de salário mínimo, desde que ele ajude a pagar as contas, outras achariam tal trabalho muito tedioso ou com muito trabalho braçal, tornando-o altamente insatisfatório. Assim, os requisitos para ter uma alta “qualidade de vida no trabalho” variam de pessoa para pessoa. Independentemente de seus padrões, aqueles com uma alta qualidade de vida no trabalho, geralmente, fazem o suficiente para viver confortavelmente, consideram o seu trabalho interessante ou atraente e atingem um nível de satisfação pessoal ou o preenchimento dos trabalhos que eles fazem. Em outras palavras, os funcionários que normalmente estão satisfeitos com o seu trabalho, dizem ter uma alta qualidade de vida no trabalho, já aqueles que são infelizes ou insatisfeitos com o seu trabalho dizem ter uma baixa qualidade de vida.

Requerimentos

Embora os requisitos para uma elevada qualidade de vida no trabalho variem de pessoa para pessoa, alguns fatores são necessários para que todos possam ter uma alta qualidade de vida no trabalho. Esses fatores mínimos são o equivalente à saúde, alimentação e abrigo para a qualidade de vida padrão, no entanto, eles são mais específicos para carreiras ou empregos. Por exemplo, para ter uma elevada qualidade de vida no trabalho, uma pessoa tem de ser respeitada. Colegas e funcionários de alto nível devem tratá-la de forma justa e educada. O trabalho não deve causar qualquer desconforto físico ou angústia mental ao empregado. Ele deve sentir-se como se estivesse fazendo algo agradável ou pelo menos não desagradável. O trabalhador deve sentir que o salário pago é suficiente para o trabalho que ele está fazendo. Finalmente, ele deve se sentir valorizado ou apreciado, como se estivesse fazendo algo de importância para a empresa.

Alcançando uma maior qualidade de vida no trabalho

Para alcançar uma alta qualidade de vida no trabalho, é essencial escolher uma atividade que atenda as suas necessidades. Primeiro, você deve determinar quais são essas necessidades. Se você quer um trabalho que envolva a sua mente e te desafie, é importante entender isso com antecedência, para que você possa conquistar as qualificações que lhe permitirão obter tal cargo. É útil se você escolher um trabalho no qual você está interessado. Você precisa considerar quais são os seus interesses e descobrir trabalhos que os atendam. Faça uma lista de coisas que você está procurando em um emprego e fale com um conselheiro de carreira ou visite feiras profissionais para determinar quais tarefas são mais propensas a atender a essas necessidades. Finalmente, preste atenção à sua interação com os empregados existentes quando você vai para entrevistas, a forma como você é tratado por seu chefe e colegas de trabalho terá um tremendo impacto sobre a qualidade de vida no trabalho. Você vai querer garantir que o ambiente do negócio se encaixa ao seu próprio nível de conforto.

Lidando com uma baixa qualidade de vida no trabalho

Infelizmente, apesar dos seus esforços, algumas pessoas encontram-se com uma baixa qualidade de vida no trabalho. Elas podem ser forçadas a aceitar um emprego que não gostam por conta de circunstâncias pessoais ou financeiras, tais como a falta de opções, edução ou qualificações. Para aqueles com uma baixa qualidade de vida no trabalho que não são capazes ou não querem mudar de emprego, é importante lidar com a situação de forma eficaz. Funcionários insatisfeitos podem tentar melhorar sua qualidade de vida no trabalho, optando por focar os componentes positivos dos seus trabalhos. Uma mudança de mentalidade para se concentrar nos benefícios, mesmo que eles sejam mínimos, pode melhorar a qualidade de vida no trabalho. Os empregados insatisfeitos também podem explorar as oportunidades para falar com seus colegas de trabalho e com a gerência, para eliminar os fatores que reduzem a qualidade de sua vida no trabalho, caso seja possível, dependendo da situação do emprego.

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Ginástica laboral proporciona bem-estar físico e emocional

A prática de exercícios regulares no ambiente de trabalho auxilia no combate ao desgaste emocional e melhora o relacionamento interpessoal dos trabalhadores, segundo especialistas. A ginástica laboral consiste em uma série de exercícios, desenvolvidos geralmente no meio da jornada de trabalho, com o objetivo de quebrar a rotina de movimentos repetitivos e auxiliar na prevenção de lesões.

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Letícia Oliveira Penaroti, fisioterapeuta responsável pelo programa de Ginástica Laboral da Conceito Zen, afirma que, além de ajudar em uma reeducação corporal, a prática da ginástica laboral diminui o surgimento da LER (Lesão por Esforço Repetitivo). “Dentro dessa síndrome, existem milhares de doenças: tendinite, tenossinovite, síndrome do túnel do carpo, bursite, entre outras”, explica. “Com a ginástica, elas diminuem”.

A ginástica laboral melhora também a condição física e psicológica dos funcionários e o aumento da integração entre as equipes. “Ela aproxima pessoas que você, talvez, nem sabia o nome direito. Com isso, a ginástica melhora não só o relacionamento profissional, mas pode transformá-lo em uma relação particular, humana”, analisa Daniel Claret, fundador da Health Pro, empresa especializada em oferecer programas de saúde.

Letícia explica que, com a norma reguladora 17, o Ministério do Trabalho estabeleceu parâmetros para que essa adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos funcionários acontecesse.

Claret acredita que, de alguma forma, a ginástica laboral atua nas pessoas, relaxando a cabeça, o corpo e a musculatura como um todo, ajudando-as a desempenhar melhor suas funções.

A introdução da prática de exercícios também beneficia os empregadores. “Para a empresa, além de reduzir o número de faltas, aumenta a motivação dos funcionários e isso faz com que eles acabem produzindo mais”, analisa Paulo Roberto Benício, fisioterapeuta e dono da empresa FIT (Fisioterapia Integrada ao Trabalho).

Tipos de exercícios

Os exercícios aplicados aos trabalhadores dependem do tipo de esforço a que estão condicionados. “Em um local onde o funcionário carrega bastante peso, como em uma fábrica, o maior número de lesões é por distensões musculares. Nesse tipo de empresa, a ginástica é mais voltada para o aquecimento”, conta Benício.

Para esses profissionais, os exercícios devem ser mais dinâmicos, pois buscam aquecer as articulações e a musculatura, como o polichinelo.

Já para quem está condicionado a uma sobrecarga mais estática, como quem trabalha em escritório, o fisioterapeuta afirma que os exercícios devem ser de alongamento, estimulando mãos, braços, ombros e coluna cervical.

Quanta à duração, Claret considera três vezes por semana uma média ideal. Realizada apenas uma vez por semana, a atividade passa a ser contraproducente. “Se o empregador quer apenas uma vez, é preferível que leve uma pessoa para fazer uma massagem rápida”, avalia. “Vai ser mais aceito pelos funcionários e terá um efeito muito maior”.

Benício acrescenta que cada alongamento deve ter entre 10 e 15 segundos, uma vez que o objetivo dos exercícios não é aumentar a flexibilidade do músculo, mas sim “distensionar” a musculatura.

UOL elaborou uma lista com 11 exercícios de ginástica laboral, com a ajuda da fisioterapeuta Mayra Cabral Ayres, para que os profissionais que não contam com o apoio de um especialista possam obter os benefícios da prática no local de trabalho.

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