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Trabalhar com amigos traz felicidade e aumenta a produtividade

Se você tem amigos no ambiente de trabalho, parabéns! Essa é, segundo o estudo Relationships @ Work (Relacionamentos no trabalho), realizada pelo LinkedIn, uma das peças-chave para a felicidade profissional. Pois o ditado que dizia “amigos, amigos, negócios à parte” ficou defasado como tantas outras verdades sobre o mercado corporativo.

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Agora, para 46% dos mais de 11,5 mil profissionais entrevistados – de diversas idades e em 14 países, incluindo o Brasil –, manter boas relações com os colegas ajuda a nos sentirmos mais conectados, motivados e produtivos.

– As relações no trabalho estão sempre mudando e definindo tanto a dinâmica no escritório quanto o desenvolvimento individual. Isso significa que criar uma cultura que permeie as diferentes gerações, cargos e personalidades é um fator fundamental para construir um ambiente de trabalho bem-sucedido – diz a executiva de carreira do LinkedIn, Nicole Williams, no texto de apresentação do trabalho.

O levantamento realizado em abril deste ano avaliou o perfil profissional de duas gerações: os millennials – nascidos entre 1980 e 2000 – e os baby boomers, que vieram ao mundo pós-2ª Guerra Mundial. O resultado são diferenças surpreendentes no que se refere a amizades, crescimento e desempenho, em comportamentos que não se restringem apenas ao ambiente profissional.

Isso porque, segundo o estudo, 49% dos millennials são mais propensos a compartilhar detalhes pessoais, incluindo salário, com seus colegas, comparado com apenas um terço dos baby boomers.

Além disso, a maioria dos millennials (53%) está mais aberta a dividir conselhos sobre suas relações pessoais com companheiros do escritório, diferentemente dos baby boomers: apenas 23% se mostra confortável em compartilhar assuntos particulares com colegas de trabalho.

– Eu venho de uma geração para a qual é tabu falar sobre o salário, mas sabendo que isso está mudando, eu não vou ficar tão surpresa se um colega de trabalho começar a falar sobre detalhes de sua vida pessoal para mim – diz Catherine Fisher, diretora de comunicações e relações públicas do LinkedIn, no blog da empresa.

O estudo mostra ainda que os millennials se sentem mais confortáveis em se comunicar casualmente com seus gestores fora do escritório. Pelo menos um em cada três deles (28%) já mandou uma mensagem ao gerente fora do horário de expediente em virtude de um problema não relacionado ao trabalho. Entre os baby boomers, essa amostragem é de 10%, refletindo a mudança de comportamento no trabalho ao longo dos anos.

– Não estou sugerindo que todos nós comecemos a falar com nossos gerentes a qualquer hora sobre nossa mais recente paixão ou nova roupa favorita, mas isso indica que a nossa força de trabalho crescente quer ter mais de uma conexão. É muito mais fácil compartilhar comentários com alguém se você construiu uma relação sólida ou de amizade – diz.

Confira três dicas de Catherine para melhorar o relacionamento dentro da empresa:

Não se limite a conversas por e-mail ou reuniões formais:

Faça reuniões curtas!
Encontros durante caminhadas ou enquanto se deslocam para outra sala ou prédio da empresa podem ser muito produtivos. Segundo a diretora, tais meetings são propícios para discussões porque as pessoas tendem a relaxar, o que permite uma troca mais aberta e criativa. Além disso, não ter um telefone ou computador para interromper a cada segundo, mesmo na era dos smartphones, permite focar-se na pessoa que está falando. Ou seja, a conexão é boa!

Tenha interesse no lado pessoal da equipe
Você pode até não querer dar conselhos sobre relacionamentos, mas deve ter um interesse em seus companheiros de equipe como pessoas. Dedique alguns minutos durante todas as reuniões para se conectar em um nível pessoal com cada um dos participantes. Se o seu colega costuma falar de atividades pessoais que executa, como algum exercício ou habilidade manual, por exemplo, pergunte sobre isso! O trabalho é apenas uma parte de quem somos: se você começar a conhecer pessoas com diferentes paixões das suas, entenderá o que as motiva.

Felicite, compartilhe e goste!
Pense em como é prazerosa a sensação de receber um “trabalho bem feito” por e-mail, seja do chefe ou de outros colegas. Agora imagine ter o mesmo reconhecimento compartilhado com sua rede de contatos ou com outros companheiros da empresa. Bom, né? Pois então, é ótimo ser reconhecido individualmente pelo esforço, mas ser elogiado publicamente ajuda a construir a marca profissional. Além de fazer bem para o ego, claro. Portanto, elogie a sua equipe, e motive-os dizendo “parabéns, é por aí”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://zh.clicrbs.com.br/

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“Amizade é quando me abro ao outro”, diz cientista social

Respeito, lealdade, presença, aceitação, carinho, amor, afeto, compreensão. No que consiste uma amizade verdadeira? A professora e diretora da Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde da PUC-SP, Márcia Almeida Batista, 62 anos, diz que muitas vezes “nós temos uma concepção ideal do amor que rompe todas as barreiras, que está sempre disponível e que compreende tudo o que acontece com o outro, o que não é uma verdade”. “Amizade é quando eu de fato me abro para o outro, para as necessidades do outro, no sentido de poder compreender a posição em que o outro está colocado.”

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Amigos há 20 anos, o fotógrafo Thiago Mello, 28 anos, e o auxiliar de cartório Beto Stoler, 30 anos, compartilham interesses, afinidades e acreditam que a amizade verdadeira “é feita de respeito e reciprocidade”. “É você abrir mão de certas coisas, esquecer alguns defeitos e querer estar com aquela pessoa porque ela te entende, te ouve e tenta te ajudar”, diz Mello. Ser (e estar) presente é essencial. “Sempre que posso, ligo para saber das novidades, ver se ele está bem e conversar um pouco”, conta Stoler. “Apoiar, dar uma palavra de conforto, ou de repente não falar nada, só estar ali presente”, completa Mello.

Para as melhores amigas Diana Della Nina Malimpensa, 25 anos, psicóloga, e Maiara Bianchi Maia, 24 anos, estudante de Administração, não é diferente. “Às vezes, estamos com a vida muito corrida, mas qualquer tempinho que sobra, eu uso para ligar pra ela ou até mandar um oi, perguntar se está tudo bem. Tentando estar presente de alguma forma, deixando claro que não é porque não estamos nos vendo com tanta frequência que a consideração mudou ou diminuiu”, explica Diana. Maiara conta que nessas horas a tecnologia é uma grande aliada: “A gente se fala, no mínimo, umas cinco vezes por semana por telefone ou Whatsapp”.

No entanto, muitas vezes, é possível embarcar nas mudanças dos amigos, mantendo as afinidades independentemente da fase da vida. Quando Maiara engravidou do pequeno Luca, Diana foi muito presente durante toda a gestação e acredita que as duas até se uniram mais: “Não senti que a nossa amizade mudou, estive por perto durante toda a gravidez e, quando o bebê nasceu, acho que virei uma tia e aprendi a ser tia, assim como ela foi aprendendo a ser mãe. Nós fomos compartilhando momentos e crescendo juntas”.

Mello e Stoler acreditam que a amizade não precisa ser deixada de lado quando a vida de cada um parece tomar rumos diferentes. “Coloquei na cabeça que, independente da fase que eu estiver vivendo, vou tentar incluir o Beto e outros grandes amigos nesse momento. Quero poder compartilhar dessas experiências com eles e estar presente em suas vidas”, conta Mello. Stoler tem a mesma opinião, a de que “amizade verdadeira é aquela em que não importa quanto tempo passe, a gente sempre vai conseguir dar um jeito de se ver ou de se falar”.

Embarque nas mudanças
Márcia Almeida Batista, da PUC-SP, explica que, geralmente, “nossos amigos são eleitos por afinidade, no entanto, nossas vidas mudam diversas vezes e nossas expectativas também”. “Quando você começa a ter experiências diferentes das de um amigo – como casar, por exemplo –, os assuntos e diversões ficam mais incompatíveis e as afinidades diminuem, o que não quer dizer necessariamente uma mudança de afeto, mas talvez não seja mais tão fácil eleger aquele amigo para um programa ou para conversar porque o amigo é esse, aquele com quem a gente compartilha a vida no momento em que está vivendo.”

No entanto, muitas vezes, é possível embarcar nas mudanças dos amigos, mantendo as afinidades independentemente da fase da vida. Quando Maiara engravidou do pequeno Luca, Diana foi muito presente durante toda a gestação e acredita que as duas até se uniram mais: “Não senti que a nossa amizade mudou, estive por perto durante toda a gravidez e, quando o bebê nasceu, acho que virei uma tia e aprendi a ser tia, assim como ela foi aprendendo a ser mãe. Nós fomos compartilhando momentos e crescendo juntas”.

Mello e Stoler acreditam que a amizade não precisa ser deixada de lado quando a vida de cada um parece tomar rumos diferentes. “Coloquei na cabeça que, independente da fase que eu estiver vivendo, vou tentar incluir o Beto e outros grandes amigos nesse momento. Quero poder compartilhar dessas experiências com eles e estar presente em suas vidas”, conta Mello. Stoler tem a mesma opinião, a de que “amizade verdadeira é aquela em que não importa quanto tempo passe, a gente sempre vai conseguir dar um jeito de se ver ou de se falar”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://mulher.terra.com.br/

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O fator que mais influi em sua saúde…

Campanha-Dia-do-Amigo-2014

A amizade é uma das coisas mais importantes de nossas vidas

Em 1937, na Universidade Harvard, começou o maior estudo já realizado sobre a saúde humana. O projeto, que continua até hoje, acompanha milhares de pessoas. Voluntários de todas as idades e perfis, que têm sua vida analisada e passam por entrevistas e exames periódicos que tentam responder à pergunta “o que faz uma pessoa ser saudável?” A conclusão é surpreendente. O fator que mais influi no nível de saúde das pessoas não é a riqueza, a genética, a rotina nem a alimentação. São os amigos. “A única coisa que realmente importa é a sua aptidão social – as suas relações com outras pes-soas”, diz o psiquiatra George Valliant, coordenador do estudo há 30 anos.

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Os amigos são o principal indicador de bem-estar na vida de alguém. Ter laços fortes de amizade aumenta nossa vida em até 10 anos e previne uma série de doenças. Pessoas com mais de 70 anos têm 22% mais chance de chegar aos 80 se mantiverem relações de amizade fortes e ativas – e ter amigos ajuda mais nisso do que ter contato com familiares. Existe até uma quantidade mínima de amigos para que você fique menos vulnerável a doenças, segundo pesquisadores da Universidade Duke. Quatro. Gente com menos de 4 amigos tem risco dobrado de doenças cardíacas. Isso acontece porque a ocitocina – lembra-se dela? -, aquele hormônio que estimula as interações entre as pessoas, age no corpo como um oposto da adrenalina. Enquanto a adrenalina aumenta o nível de estresse, a ocitocina reduz os batimentos cardíacos e a pressão sanguínea, o que diminui a probabilidade de ataques cardíacos e derrames. E pesquisas feitas nos EUA constataram que a ocitocina também aumenta os níveis no sangue de interleucina, componente do sistema imunológico que combate as infecções.

Além de ser fundamental para o bem-estar mental, ter amigos também faz bem ao coração e ao corpo. Mas, se as amizades forem novas, é ainda melhor. A ocitocina dá o impulso inicial às relações e, depois de algum tempo, cede o lugar para o sistema da memória, que age mais rápido. Há estudos comprovando que amigos antigos não estimulam a liberação de ocitocina (a não ser quando você os reencontra depois de muito tempo longe). Por isso, tão importante quanto ter amigos do peito é fazer novas amizades durante toda a vida. Mas você já reparou que, conforme vai envelhecendo, fica mais difícil fazer novos amigos – e as amizades antigas parecem muito mais fortes? Existe uma possível explicação para isso. Há mais ocitocina no organismo durante a juventude, o que facilita a criação de relações mais profundas. Isso e o convívio, claro. Durante a adolescência, passamos quase 30% do nosso tempo com amigos. A partir daí, a vida vai mudando, novas obrigações vão surgindo – até que passamos a dedicar menos de 10% do tempo aos amigos. Se você acha que isso é uma coisa ruim, acertou. Uma pesquisa da Universidade de Princeton revelou que as pessoas consideram seu tempo com amigos mais agradável e importante do que o tempo gasto com sua família. Nós trocamos os amigos pelo trabalho, para ganhar mais dinheiro. Mas não deve-ríamos fazer isso. Não vale a pena. O dinheiro que você ganha no trabalho, durante o tempo em que não está com os amigos, tampouco compensa a falta deles.

Quer dizer, mais ou menos. O economista Andrew Oswald, da Universidade de Warwick, criou uma fórmula para calcular quanto dinheiro seria preciso ter para compensar a falta de amigos. Numa pesquisa com voluntários, Oswald descobriu que as pessoas se consideram mais felizes quando ganham aumento de salário ou fazem um novo amigo. Até aí, nada de novo. Mas ele resolveu cruzar as duas informações e chegou a uma conclusão: ganhar um amigo equivale a receber R$ 134 mil a mais de salário anual. Peça isso de aumento na próxima vez em que você tiver de fazer hora extra e não puder ir encontrar seus amigos no bar. Ou, então, faça mais amigos no próprio trabalho. Sim, esse tipo de amizade existe e também é superimportante. Quem tem um amigo no trabalho se sente 7 vezes mais envolvido com o que faz, 50% mais satisfeito e até duas vezes mais contente com o pagamento que recebe. Pessoas que possuem 3 ou mais amigos no trabalho têm 96% mais chance de estar satisfeitas com a vida (redação da SUPER, aquele abraço).

Mas só 18% das pessoas trabalham em empresas que estimulam o desenvolvimento de amizades – com áreas de convivência adequadas para que as pessoas se aproximem. Pode parecer um detalhe, mas não é. Um mero café ou refeitório aumenta em 300% as chances de fazer amigos no trabalho. “O problema é quando a interação entre os funcionários se limita a falar mal do chefe”, diz o psicólogo Tom Rath, do Instituto Gallup.

Passa e repassa

Durante 55 anos, 53 mil pessoas de uma cidadezinha em Massachusetts foram monitoradas pelo governo dos EUA. A ideia era medir os índices de arteriosclerose entre os participantes. O monitoramento tinha dados como quem se casou, se separou, mudou de endereço, quem eram seus melhores amigos, quem parou de fumar, engordou ou perdeu peso, quem dizia estar feliz ou triste. Com a ajuda desse projeto, os sociólogos Nicholas Christakis e James Fowler perceberam que vários dos principais comportamentos humanos se espalham pelas nossas redes como se fossem vírus, tendo os amigos como transmissores. Quando uma pessoa se torna obesa, seus amigos têm 45% mais risco de engordar. Amigos de amigos também podem ser afetados. Uma pessoa tem até 20% mais probabilidade de ficar obesa se um amigo do seu amigo ficar, e 10% de risco se isso acontecer com o amigo de um amigo de um amigo.

O mais interessante é que, se sua mulher ou seu marido se tornar obeso, por exemplo, o seu risco de seguir o mesmo caminho aumenta somente 37%. Ou seja: os amigos têm mais poder sobre as suas atitudes do que qualquer outra pessoa. E isso vale para vários aspectos da sua vida (veja no infográfico). A explicação disso está nos chamados neurônios-espelho, que simulam automaticamente uma ação na nossa cabeça quando vemos alguém executá-la. Nós imitamos inconscientemente alguns gestos e atitudes das pessoas ao nosso redor. Ok, mas os neurônios-espelho também são acionados quando estamos com nossos parentes ou cônjuges. Por que, afinal, os amigos têm mais influência sobre nós?

A ciência ainda não sabe. Mas uma possível explicação é que, como os homens primitivos precisavam fazer alianças para trabalhar juntos na produção de alimentos, e comer é uma necessidade urgente (sem alimento, você e sua família morrem), a amizade tenha sido classificada como prioridade absoluta pelo cérebro – o que perdura até hoje.

Se isso significa que os amigos trazem felicidade, também podem aumentar suas chances de entrar em depressão. Sabe aquelas pessoas que estão sempre mal, reclamando, e parecem sugar a energia das pessoas em volta? Cada amigo triste, segundo as equações de Christakis e Fowler, coloca você 7% mais para baixo. Mas a felicidade, felizmente, é muito mais potente: ter um amigo contente aumenta a sua chance de ficar feliz em 15,3% – e, a partir dele, cada pessoa alegre contribui com mais 9,8%.

Agora você entende para que servem, afinal, aqueles colegas do primário que você raramente ou nunca vê – mas insiste em manter na agenda. Ter uma rede social extensa, mesmo que nem todas as relações sejam profundas, provavelmente fará você mais feliz do que ter um grupo pequeno de amigos do peito. E isso ajuda a explicar as transformações profundas pelas quais a amizade tem passado nos últimos 10 anos. Vire a página para saber por quê.

REDE DE INFLUÊNCIA

Como as características e atitudes dos seus amigos mexem com você.

OBESIDADE
Um estudo feito na Universidade Harvard prova que não basta vigiar a balança – fique de olho também nos seus amigos. Eles têm uma influência enorme sobre o seu peso.
• Se o seu amigo é obeso: +45% risco para você
• Se o amigo do amigo é, seu risco aumenta em 20%
• Se o obeso é o amigo do amigo do amigo, o risco aumenta 10%
• Se é o esposo/a, 37%

TABAGISMO

Os pesquisadores também estudaram a maneira como o hábito de fumar se espalhava por um grupo de pessoas conectadas através do tempo, e descobriram que:
• Se um amigo seu começa a fumar, o seu risco de se tornar fumante aumenta 61%
• Se o amigo de um amigo vira fumante, o risco aumenta 29%
• Se o amigo do amigo de um amigo fuma, o risco cresce 10%

FELICIDADE
Ela também se espalha pelas redes de amigos. Mas (infelizmente), com menos intensidade.
• Se um amigo está feliz, a sua felicidade aumenta em 15,3%
• Se o amigo de um amigo está feliz, a sua felicidade cresce 9,8%
• Se o amigo do amigo do amigo está feliz, seu bem-estar aumenta 5,6%
• Se é o esposo/a, 8%

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://super.abril.com.br/

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II Fórum de Qualidade de Vida – SESI/PE

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Estatuto da Criança e do Adolescente completou 24 anos

Ontem (13), o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou 24 anos de criação. Neste período, o Estatuto ganhou robustez e se consolidou como o principal instrumento de construção de políticas públicas para a promoção e garantia de direitos de crianças e adolescentes.

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“Trata-se de um instrumento imprescindível para a sociedade brasileira. Comemorar o aniversário do ECA significa também comemorar a garantia de direitos básicos e fundamentais de milhares de brasileirinhos e brasileirinhas, que por meio deste importante instrumento, passaram a ser reconhecidos como sujeitos de direito, imputando ao Estado e à sociedade a missão de protege-los”, afirma Ideli Salvatti, ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Ela explica que apesar de ser uma das legislações voltadas ao segmento mais evoluídas do mundo, o desafio de proteger crianças e adolescentes de graves violações de direitos humanos é um dever constante para o País. “União, estados e municípios devem estar sempre vigilantes para combater violações e avançar na promoção de direitos. Precisamos nos prevenir não só das violações mais conhecidas, como exploração e abuso sexual, abandono, trabalho infantil, violência física e psicológica, mas também das formas de violações, com especial atenção para os crimes virtuais”, destacou.

A aprovação da Lei Menino Bernardo, que dispõe sobre o direito de crianças e adolescentes serem educadas livres de castigos físicos e humilhantes, assim como a sanção da lei que qualifica como crime hediondo a exploração sexual ou favorecimento à prostituição de crianças, adolescentes e vulneráveis, foi citada pela ministra como importantes avanços que fortalecem o Estatuto.

Estatuto da Criança e do Adolescente

O documento é um marco da proteção à infância no País e substituiu o Código de Menores. Criado em 1927, o Código de Menores representava um avanço já que trazia à tona uma legislação específica para crianças e adolescentes, inclusive com a ideia que crianças fossem separados das prisões e instituições de adultos.  No entanto, trazia na sua essência um olhar para a infância pobre, abandonada e em conflito com a lei para garantir a ‘ordem social’. Era um sistema focado na proteção e assistência através da justiça e assistência social marcando de forma pejorativa o termo ‘menor’.

A promulgação do ECA, em 1990, trouxe uma nova perspectiva, de prioridade absoluta às crianças e aos adolescentes e como sujeitos de direitos. Inspirado na Convenção das Nações Unidas pelos Direitos da Criança, de 1989, que o Brasil foi o primeiro País a ratificar. Outra grande novidade foi que, pela primeira vez na nossa história, a construção desse marco legal previa a articulação de um sistema com vários atores.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasil.gov.br/

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Computador aumenta risco de miopia na infância

No mundo todo, a miopia dobrou nos últimos anos segundo a OMS (Organização mundial da Saúde). O tema que se transformou internacionalmente em uma das principais questões da saúde pública na atualidade, vem sendo estudado pelos oftalmologistas desde 1969. A primeira evidência médica de que o esforço visual é um fator ambiental que eleva a predisposição à miopia foi relatada em uma comunidade de esquimós.

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A comunidade, que não apresentava qualquer incidência de miopia, foi submetida ao processo de alfabetização e induzida à leitura ávida pelo clima frio. Anos depois, cerca de 65% de seus descendentes foram diagnosticados com miopia.

O Brasil acompanha a tendência internacional. Um estudo desenvolvido no Instituto Penido Burnier com a participação de 360 crianças de 9 e 13 anos de idade que usavam até 6 horas ininterruptas o computador ou videogame comprova esta inclinação. Neste grupo, 21% apresentaram miopia contra a prevalência de 12% apontada pelo CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia).

Assim como acontece com adultos, o uso intensivo de tecnologias na infância causa stress ocular. A síndrome da visão no computador (CVS) está relacionada à miopia acomodativa, uma dificuldade temporária de enxergar de longe.

A alteração pode durar meses ou se tornar um mal permanente caso os hábitos não sejam modificados. Isso porque, o esforço visual para perto diminui a capacidade de acomodação dos olhos.

Não significa, uma mudança do comprimento axial do olho que caracteriza a miopia hereditária, apenas a dificuldade de foco para longe que acaba influenciando no rendimento escolar por causa da dificuldade de enxergar a lousa.

Com a chegada das férias e mais horas em casa, os pais devem redobrar o monitoramento dos filhos na frente dos equipamentos.

O recomendável para manter a saúde ocular das crianças é descansar de 15 a 30 minutos a cada hora de vídeo game ou navegação pela Internet.

A miopia é um vício de refração da luz em que as imagens são formadas na frente da retina fazendo com que as imagens distantes fiquem desfocadas. Pode ser hereditária ou causada por fatores ambientais como medicamentos, alimentos e telas dos equipamentos. A diminuição do tamanho das telas faz com que nunca nossa visão de perto tenha sofrido tamanha exigência tão precocemente.

Apesar da miopia poder ser transmitida geneticamente, não significa que necessariamente seja passada de pai para filho. Quando os pais são portadores do gene, mas não apresentarem a doença, a probabilidade de o filho ser míope cai para 25%. É isso que explica porque uma criança pode ter olhos normais mesmo que os pais tenham miopia – herdou o gene recessivo.

Outra evidência de que o esforço visual para perto está relacionado à miopia é o aumento do grau entre adultos que passam muitas horas estudando para vestibular ou concursos. É diferente da criança, porque na infância nossos olhos têm maior capacidade de recuperar o poder de acomodação.

Ainda assim, sem monitoramento teremos uma geração maior de adultos míopes. O maior problema da miopia é que em graus elevados predispõe ao glaucoma e problemas na retina. Por isso, todo esforço para barrar sua evolução é bem vindo.

*Leôncio Queiroz Neto – Presidente do Instituto Penido Burnier, membro do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia), da SBCII (Sociedade Brasileira de Catarata e Implantes Intraoculares) e da SBCR (Sociedade Brasileira de Cirurgia Refrativa).

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8 dicas para proteger olhos do uso prolongado de eletrônicos

Copa do Mundo é marcada por um período aquecido para o comércio de eletrônicos. Muitas pessoas saem em busca de novas televisões, tablets e smartphones para acompanhar os jogos e as notícias. O que poucos sabem é que o uso contínuo dessas tecnologias não é bom para a saúde dos olhos.

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Segundo o oftalmologista do H. Olhos, Dr. Pedro Antônio Nogueira Filho, ficar na frente do computador ou da televisão por muito tempo pode gerar alguns problemas de visão. Fique atento se você já sentiu cansaço visual, vermelhidão, ardência, lacrimejamento, incômodo à claridade, visão embaçada, sensação de peso nas pálpebras, entre outros sintomas.

Dr. Nogueira Filho disse a INFO que aparelhos eletrônicos ativam uma forma de atenção no Sistema Nervoso Central Humano, a “Atenção Ativa”. Ela é capaz de inibir mecanismos autônomos (aqueles onde não é necessário pensar para que seja realizado, ou seja, é automático), como piscar dos olhos.

“A Atenção Ativa retarda o processo e diminui a frequência do movimento, algo essencial ao bem estar dos olhos, que precisam estar lubrificados”, afirma. Quem realiza a distribuição da lágrima sobre os olhos são as pálpebras quando realizam o movimento do piscar.

A Síndrome da Visão Cansada é o problema mais conhecido de todos. Ela acontece pela fixação das vistas na tela dos aparelhos que emitem luz durante muito tempo. Veja a seguir oito dicas do Dr. Nogueira Filho para seguir no cotidiano e evitar problemas na vista:

1. Faça pausas e saia da frente do computador ou televisão. “As pausas devem ser realizadas a cada 30 ou 60 minutos, devendo ter duração de cerca de 10 minutos”, afirma.

2. Durante a pausa, olhe pela janela ou para um ponto distante da casa. “Orientamos que o paciente procure usar a visão para longe, buscando o horizonte quando em frente a uma janela ou sacada, por exemplo”, diz.

3. Procure piscar mais. É comum, principalmente durante os jogos, que o torcedor fique concentrado por um longo período. Isso causa um aumento do tempo entre as piscadas e no ressecamento ocular. “O usuário fica com a córnea hipersensível, o que causa os sintomas já citados”, disse. Aos poucos, isso pode causar inflamações e ulcerações.

4. Evite brilhos ou reflexos na tela. Para isso, é possível mudar o ângulo de inclinação ou mesmo usar protetores de tela ou tela plana.

5. Mantenha a iluminação ambiente adequada. “Devemos observar que o atual ‘ambiente de trabalho’ é reconhecido como um ambiente hostil, pois envolve iluminação excessiva, umidade do ar baixa (devido o uso do ar condicionado e aquecedores em geral), além do uso dos aparelhos eletrônicos”, afirma. O ideal é que tudo isso seja usado de forma moderada, inclusive a intensidade da iluminação dos aparelhos eletrônicos.

6. Evite ar condicionado ou ventilador direto sobre o rosto. É importante que a temperatura ambiente seja amena. O excesso de vento e as temperaturas baixas podem ajudar a ressecar os olhos e deixar a córnea sensível.

7. A distância ideal para assistir TV deve ser de dois metros. Além de melhorar o campo de visão da tela, essa técnica pode evitar problemas de visão.

8. Evite deixar o monitor do computador ou a televisão acima da linha do olhar. Isso pode provocar um ressecamento maior, já que nesta posição é preciso manter os olhos mais abertos.

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Quercetina Contra Alergias

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7 dicas para manter a saúde ocular

O Dia da Saúde Ocular é comemorado na próxima quinta-feira (10). Segundo a Agência Internacional de Prevenção à Cegueira, órgão associado à Organização Mundial da Saúde (OMS), no Brasil uma pessoa com mais de 80 anos aumenta em até 30% o risco de ficar cega. Além disso, mais de 100 mil crianças brasileiras possuem algum tipo de deficiência visual.
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A oftalmologista Rosângela da Silva Moreira, do Visão Instituto Oftalmológico, explica que alguns hábitos de vida podem melhorar a saúde ocular, garantindo mais qualidade e conforto para a visão.
Para isso, a especialista recomenda sete dicas:
1. Durma no mínimo oito horas por dia
O sono e as horas dormidas influenciam no cansaço do corpo e dos olhos. Dormir menos de oito horas pode causar vermelhidão ocular, vista cansada e inchaços.
2. Evite o consumo de bebidas alcoólicas
Apesar das bebidas alcoólicas serem metabolizadas pelo fígado, elas produzem resíduos tóxicos, o que favorece o envelhecimento precoce das células oculares. Além disso, o álcool causa desidratação, afetando também os olhos.
3. Tenha alimentação balanceada
Os hábitos alimentares saudáveis influenciam todo o organismo, inclusive os olhos. A ingestão de vegetais verdes escuros é indicada, pois eles fornecem vitaminas benéficas para a retina.
4. Não esqueça os óculos escuros
Óculos com proteção ultravioleta (UV) devem ser utilizados sempre, pois a luz UV é prejudicial às células da retina, causando o envelhecimento precoce delas. Além disso, a incidência de raios UV nos olhos podem provocar catarata precoce e desenvolvimento de doenças degenerativas da retina.
5. Não descuide durante o tempo seco
A baixa umidade do ar causa irritação, ardência e vermelhidão ocular, por agravar a evaporação da lágrima. Ventiladores e ar condicionados devem ser evitados, pois ressecam ainda mais os olhos. Neste caso, o uso de colírios lubrificantes, conhecidos como “lágrimas artificias”, é fundamental.
6. Se você precisa de óculos de grau, não deixe de usá-los
Os óculos de grau devem ser usados corretamente, para evitar problemas oculares e incômodos, como dores de cabeça e cansaço das vistas.
7. Realize consulta oftalmológica anualmente
É preciso fazer, pelo menos, consultas anuais com um especialista. O médico irá avaliar a qualidade da visão e as condições oculares, além de atualizar o grau dos óculos, se necessário. Exames para analisar a pressão intraocular e a retina devem ser feitos periodicamente.
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